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Entrevista com Phillip Calçado

  • Blog
  • 8 de Fevereiro de 2012
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Ah, você não conhece o Phillip?

Então perdeu as aventuras do cavaleiro vingador que saiu de Niterói para lutar contra as forças do desenvolvimento waterfálico, arquiteturas engruvinhadas e principalmente contra o BOLOVO que imperava entre os seguidores da seita J2EE Enterprise Paterns. BOLOVO foi um termo criado por um outro cavaleiro nesta luta contra a complexidade desnecessária, Sir Paulo Dostoyevskovski Silveira, tal como contado aqui.

Com certeza eles ganharam muitas batalhas e isso foi muito bom para todos nós. Só que depois que o Phillip foi embora, ainda restaram algumas tribos, como por exemplo os Cascatoengenheirosrequisitais, que só se comunicam pelo dialeto documentoslongus. Eles são ferrenhos defensores do “vamos especificar tudo antes” ou do “não tem problema se para mexer nesta coisinha tem que mexer em quase todo o sistema”.

O Phillip atualmente mora na Alemanha. Seu famoso blog fragmental.com.br agora pode ser acessado diretamente como philcalcado.com. Pena que está escrevendo menos do que gostariam fans de carteirinha como eu. Veio ao Brasil para o Campus Party e para nossa sorte, o Paulo Silveira tratou de convidá-lo para uma daquelas noites na Caelum de compartilhamento de conhecimento, que quem não vai sempre perde. Esta aconteceu em 06/02/2012.

Eu, que também não sou bobo nem nada, tratei de levar a minha pobre filmadora para a apresentação e uma entrevista. Tudo bem amador, segurando a câmara na mão e sem muito cuidado com a iluminação. Então aí vai o resultado (foto feita pelo amigo e bom fotógrafo Rafael Steil, famoso pelo JForum, #vdm e outras aventuras, é outro que está na lista de potenciais boas entrevistas):

 

Na entrevista ele indicou 2 livros:

Fundamentals of Object-Oriented Design in UML
Domain-Driven Design by Eric Evans

Eu endosso a indicação do livro do Evans com todas as restrições que ele falou. Já o do Meilir Page-Jones não tive oportunidade de ler. Sei que o Phillip sempre recomendou este livro mas quando procurei não encontrei. Agora, só por curiosidade procurei de novo pelo nome do autor e achei em português no Mercado Livre.

 

Bem, o filme da apresentação ficou bem ruinzinho. Alguém disse que é possível escrever Fortran em qualquer linguagem mas fazer isso em linguagem de cinema também já é demais. Mil perdões, reconheço, ficou uma droga mesmo. A única desculpa é que não sou do ramo.

Ah, ficou com vontade de assistir à apresentação? Calma lá, no próximo post eu mostro, mesmo morrendo de vergonha… mas o conteúdo vale a pena, pelo menos por algumas frases lapidares como a que coloquei lá em cima onde sempre ponho poesia.