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Startup Weekly, Fail Week, Mark Suster no TechCrunch

  • Blog
  • 22 de Agosto de 2013
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Mark Suster, empreendedor serial, investidor e autor do blog , participou de um especial do TechCrunch chamado Fail Week, onde ele menciona 10 pontos que considera serem seus grandes erros de primeira viagem ou, nas  sua próprias palavras,

“I made many classic first-time mistakes which makes it easier for me to spot when others make similar bad choices”.

No vídeo baixo, ele fala de aspectos humanos e disfunções naturais do perfil de quem se envolve em empreendedorismo de tech e de como sobreviveu a isso.

a)     Levantar capital demais cedo demais

b)     Contratar funcionários demais

c)      Contratar funcionários demais parecidos com ele mesmo

d)      Essa é polêmica… Ele menciona que estabeleceu cedo demais uma estrutura de meritocracia que não funcionou e a importância de hierarquia e decisões rápidas

e)      Criar projetos, demais, fazer software demais

f)      Sair na imprensa cedo demais, gerando uma expectativa enorme que não é possível de ser atendida

g)     Strategic Money é um oxímoro. Essa não é óbvia mas, segundo Suster, o executivo que fecha o deal com você não é o mesmo que tem que trabalhar no dia a dia gerando colaboração entre a grande empresa e a startup. Adicionalmente, o dinheiro estratégico não tem cabeça de venture capital e gera toda sorte de amarras e disfunções na gestão do produto

h)     Tentar salvar a empresa através de fusão e aquisição muito cedo na vida da empresa. Se você não tem “ajuste produto mercado”, juntar-se com outra startup que também não tem só vai ser uma maneira mais rápida de morrer. Segundo ele, M&A nessa fase é só uma distração que mostra ou que você tem problema no core business ou que o CEO é um “deal junkie” (numa tradução literal, viciado em deals).

Sobre o que foi a coisa mais difícil de fazer e o momento mais difícil de passar, 10 em cada 10 empreendedores experientes  concordam que é a demissão em larga escala. Ele fala do que chamou do efeito pós “explosão da bolha”, fato que o tornou um “depression era baby”, gerando uma cultura de não-desperdício que muitos como Steve Blank colocam na gênese do movimento de Lean Startup.