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Os 10 links do mês – Maio

  • Blog
  • 2 de Junho de 2014
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Com um pouquinho de atraso, chegou a hora de mais um post com os links mais comentados do mês, seguindo nosso costume aqui no Blog.  Se você não viu as listas de Janeiro, Fevereiro, Março e Abril, é só clicar nos links =) Vamos lá:

1. How Big is Rocket Internet?

Victor Lima deu a dica do post de Robin Wauters no tech.eu, que tem bastante gráficos e desenhos para mostrar a grandeza de uma das maiores incubadoras no mundo. “Wow” foi a reação da Dhiana Deva ao ler o artigo.

2. Experimente o “computador quântico em nuvem” da Google

Filipe Cordeiro mostrou ao fórum a matéria do TecMundo sobre o simulador online de um computador quântico do Google (que está neste link). O Victor Oliveira comentou que todos seremos obrigados a aprender isso, já que o impacto será brutal na computação.

3. Milestone Swarming

Mais uma dica do Victor Lima: um post de Marty Cagan no Silicon Valley Product Group falando sobre programação em time, mobbing, etc. A Dhiana Deva comentou que ele só falou dos benefícios, o que é justo, mas que “comunicação em par já é complicada e custosa”, apesar de reconhecer os benefícios que de fato fazem valer a pena mil vezes. Dhiana ressalta que para um mobbing dar errado (assim como quaisquer eventos grupais) não deve ser difícil. E termina: “Deve precisar de gente muito boa e um certo guideline de diplomacia para não desviar do objetivo devido aos probleminhas sociais em grupo de todos nós. Still, interessante”.

Victor Lima continua a discussão dizendo que em uma visão micro (dentro de um time), as dinâmicas sociais impactam, sem dúvida. Mas que em uma visão macro (entre departamentos, diversos times ou produtos), diversas áreas da corporação trabalhando juntas para atingir um “milestone” relevante de negócio faz total sentido, e de novo, os problemas sociais permanecem.

Alexandre Bairos complementa dizendo: “Swarming é bom. Faça mais ou experimente caso não tenha feito. É o moto do artigo”. Enquanto Victor Oliveira destaca que o curioso sobre swarming é que normalmente a objeção é a priori. Decidimos antes que não vamos conseguir quebrar o trabalho e que o swarming vai ter um monte de gente ociosa, e por causa disso decidimos não fazê-lo. A pergunta de ‘como quebrar o trabalho’ nos impede de tentar. Mas quando queimamos as pontes e assumimos que vamos fazer swarming, o time inteiro em apenas um item, minimizando o wip, o time sempre acaba encontrando um caminho.” Dhiana Deva encerra o tópico: “So lets!”.

4. Python Club

Indicação de Fillipe Cordeiro, as publicações deste blog são feitas via git usando pull request. Ele também mandou este link para exemplificar. Filipe Mondaini achou “maneiro! :-)”

5.Code Hunt

Dica do Rafael Miceli para substiuir o 2048 =). Fillipe Cordeiro gostou!

6. FDA Approves Segway Inventor’s Mind-Controlled Robotic Arm

João Felipe deu a dica da matéria do Mashable falando sobre a aprovação da venda e comercialização de um braço protético que traduz sinais dos músculos humanos, feita pela FDA (US Food and Drug Administration). André Cardoso achou genial o nome: “Luke Arm”.

7. Applied Philosophy, a.k.a. “Hacking”

Fernando de la Riva dá a dica do artigo de Paul Buchheit, ressaltando o trecho “in order to perform miracles, things that break the perceived rules first you need to understand the actual rules of the system, in complex systems the gap between the two can be huge. Hacking goes
beyond computers”.

Dhiana Deva contribuiu dizendo que o exemplo dado (ugly hacks aren’t all bad though — one of my favorite personal hacks was some messy code that demonstrated what would become AdSense (story here), and although the code was quickly discarded, it did it’s job) é uma rara prática de desapego. Para ela, o problema do hacking mindset é que as pessoas têm uma forte resistência a dar um passo para trás, descartar a abordagem hacked e parar então para aplicar as descobertas de acordo com boas práticas. Trabalhar em cima de um hack as is não escala. E termina com a frase “Don’t hack and drive!”

Victor Oliveira finaliza o tópico dizendo que existe um grande problema de confusão entre o hack e o go horse. Para ele, quem vive de go horse se justifica dizendo que está vivendo na filosofia Hack, e hacking é uma filosofia de mastery, e não de ignorância. Se trata de conhecer algo de trás para frente, de desconstruir e, no processo, construir algo novo. Chegar sem saber nada e sair fazendo de qualquer jeito não é isso. Importante a distinção.

8. FlyWay

Dica de biblioteca Java dada pelo Alexandre Bairos, que achou interessante. Victor Nascimento disse que, em Java, só conhece essa biblioteca, funciona muito bem e foi recentemente atualizada. Segundo ele, “está bala!”

9. TDD is dead. Long live testing.

Fernando de la Riva indica um artigo polêmico de David Heinemeier Hansson, dizendo que o TDD está morto. Daniel Braz complementa com esta nota no Facebook do Kent Beck sobre o assunto. Fabiano Cavalcante gostou e disse que faz tempo que ele fala sobre não considerar o TDD uma boa prática, mas ele entende quem discorda.

Dhiana Deva complementa com um vídeo de Robert C. Martin que, segundo ela, “ficou para a vida”. Ela destaca o trecho: “People started getting things done very very very fast. Scrum teams, when you tell them “Deliver every two weeks!” they will deliver every two weeks! They won’t deliver everything they promised, but they will deliver something, and they will start to spin, and stuff will get done. They can move very very fast… At first. (pausa dramática) But, something happens. What was it that was not taught in the certified scrum master course? Practices. What practices? Software development practices. All that stuff that was in extreme programming. Initially, all that stuff about Pair Programming, Simple Design, Refactoring, Test Driven Development… That was all there for a reason! Because when you are going fast, and you can go fast, when you are going fast, you need something that keeps you clean. You need something that keeps the code from rotting. How many developers are here in the room? How many of you have been significantly slowed down by bad code generated by a scrum team going too fast? …”

Daniel Braz termina o tópico com o hangout “Is TDD dead?” e com esse post de Joshua Kerievsky no Industrial Logic.

10. List of Cognitive Biases

E terminamos nosso post com uma dica de Alexandre Bairos, que ressalta que o primeiro passo para a salvação da espécie é ter a plena consciência de que isso existe. (Aqui o link em português). Rodrigo Deodoro gostou e mostrou os favoritos dele, “na mesma veia”: List of fallacies, Dunning Kruger e Sunk Costs.

Victor Oliveira comentou achar curioso não ver nenhuma citação do “What you see is all there is”. Ele acha que usaram só as quebras desse caso. Alexandre Bairos diz: “É verdade. O WYSIATI é mencionado no Thinking, fast and slow, do Daniel Kahneman” e mostra outra fonte do mesmo tema (link aqui), que ele conheceu por indicação da Dhiana Deva. Bairos termina sugerindo a série “Cosmos”, com Neil DeGrasse Tyson. Segundo ele, “é de cair o queixo a quantidade de coisas absurdas que acontecem por detrás do véu da ignorância”.