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5 anotações sobre o Google Analytics

  • Blog
  • 7 de Agosto de 2014
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Que os números são importantes para qualquer que seja o seu negócio, todo mundo sabe. Mas o mais difícil não é saber os números, mas saber analisá-los e implementar uma estratégia de conteúdo com base neles. E neste tópico muita gente ainda sofre (inclusive eu!). Por isso, recentemente decidi fazer um curso na Comschool para aprender um pouco mais sobre o Google Analytics, a maior ferramenta de web analytics do mundo. Durante o curso, fiz algumas anotações que talvez possam ajudar você que está na mesma situação. Vamos lá:

1. Ter um objetivo definido

Parece óbvio, mas não é tanto assim, principalmente para quem não trabalha com e-commerce, mas com serviços (meu caso). Mais óbvio é a obrigatoriedade de ter um site que te apresente, uma vez que o mundo hoje vive em função da internet. Mas o que exatamente você quer com esse site? Simplesmente que ele tenha acessos? Que as pessoas leiam o seu conteúdo (no caso de um Blog) para que sua marca seja mais reconhecida e comprada? Que o usuário compre o seu produto? Mande um e-mail de contato?

objetivo_meta_seo

Enfim, antes de ver quantas pessoas (e quem são elas) acessam o seu site, é importante saber o que você espera dessas pessoas. E é por isso que é importante saber o que mostra a sua conversão, e se possível ter páginas específicas para ela como o “obrigado!”. Assim, você consegue saber se realmente conseguiu o que queria e tem uma melhor visão do seu funil de conversão.

 

2. Definição de meta

Com o seu objetivo definido, você pode mostrar ao Google o que são suas conversões para que, assim, ele te mostre claramente como está indo o seu funil. No menu lateral, vá em “Conversão” (último tópico) e “metas”. Se você não tem nenhuma meta definida, ele vai pedir para que você configure uma meta. E aí você pode escolher se você quer que o usuário faça um pedido, crie uma conta, entre em contato, etc. e configurar essa meta (tempo na página, página vista, URL de destino, etc). E você pode criar quantas metas quiser, para avaliar cada campanha separadamente.

GA1

 

Neste mesmo menu, você pode ver o “fluxo da meta”, que te mostra a origem de suas conversões. Isso é importante porque você pode saber de onde vieram seus principais clientes/leitores e em qual canal você deve investir mais.

3. O que eu não quero analisar

É possível que você não queira analisar alguns números do Google Analytics. Sério? Sério! Por exemplo as pessoas de dentro da sua empresa que acessam o seu site, ou os acessos que vêm de determinada campanha que você quer medir separadamente. Para esses casos, você pode criar uma visualização diferente.

É fácil: na página de administrador (menu superior, última aba), você vai ver três colunas. Para a primeira delas, chamada “conta”, você usa o nome da sua empresa (ou do seu cliente, se você for de uma agência). A segunda coluna é “propriedade”, e ali você pode colocar os diferentes sites da sua empresa, ou do seu cliente. A terceira coluna, chamada de “visualizar”, é a que interessa nesse caso. Lá você pode criar diferentes filtros com diversas configurações, como “excluir” ou “incluir” IP, ISP, subdiretórios, host, etc.

GA2

 

4. Google Tag Manager

E você sabia que existe uma ferramenta para que você não tenha que depender de um desenvolvedor para inserir a tag no seu site? Pois é! Com o Google Tag Manager (GTM, para os íntimos) você pede uma única vez para o desenvolvedor colocar uma tag no seu site (isso se você não é um programador, claro). Depois disso, você pode criar todas as outras tags, eventos e campanhas nesta ferramenta, que é bem simples de usar. Para os desenvolvedores, o GTM também é de grande utilidade por simplesmente “facilitar a vida”. Se você quiser saber mais sobre o assunto, é só clicar aqui.

Só uma observação: muito cuidado para não inserir a tag do Google Tag Manager E a tag do Google Analytics ao mesmo tempo. Isso pode duplicar os seus dados e o Analytics vai te dar informações erradas. Fique atento.

google-tag-manager

 

5. Painel de Controle Personalizado

Apesar de ser um campo fácil de achar dentro da ferramenta, pouca gente se liga na aba de “Painéis”, a primeira do menu lateral. Esse campo pode facilitar sua vida e diminuir consideravelmente o tempo que você passa clicando em diferentes links para achar as métricas que você precisa. É um pouquinho trabalhoso montar o painel inicial, mas depois disso nada como entrar na ferramenta e já ver todos os dados que você precisa ali, na sua frente, sem clicar em nada.

GA3

 

Para fazer isso é simples. Em “Painéis” e “Meu Painel de Controle”, o Google Analytics já te oferece os formatos dos gráficos que você pode escolher. Mas você pode descartar todas as dicas dele e fazer os seus próprios gráficos (ou widgets), em formato de cronograma, geomap, tabela, pizza, etc. E aí é só escolher quais métricas ou dimensões você quer que apareça em destaque. Você ainda pode comparar duas métricas e filtrar os dados.

De brinde, uma última dica que eu também não sabia e é legal, se tratando de vocabulário do Analytics. Tudo o que ele chama de “dimensão” está em verde e independe da ação do usuário. Por exemplo: país, cidade, dispositivo, origem, sexo, etc. Já as “métricas”, sempre representadas em azul, são os valores que dependem da ação do usuário, como número de acessos, novos usuários, taxa de rejeição, número de visualizações de página, etc.

E as minhas primeiras dicas ficam por aqui. Tem alguma outra descoberta que você quer compartilhar com a gente? Deixe aqui nos comentários! Até a próxima =)