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Os 10 links do mês – Janeiro

  • Blog
  • 31 de Janeiro de 2015
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O ano mudou, mas a tradição de reunir os links mais comentados no nosso fórum interno continua. Nesse começo de ano o pessoal compartilhou bastante dica! Teve Swift, Facebook e Whatsapp, como quase sempre, msa também teve Shell, R x Python e Scrum. Ficou curioso? Vamos lá:

1. Swift is Growing

Victor Lima foi quem indicou essa matéria da Wired e esse ranking da RedMonking Programming para perguntar ao pessoal o que acham desse crescimento do Swift, a linguagem de programação da Apple. Felipe Garcia já enxergou um possível aumento para os programadores de iOS, enquanto a nossa UXer Mayara Campos disse que só não aprende quem não quer, já que o Swift é muito fácil. João Felipe lembrou que isso nem sempre é bom, já que os sobrinhos podem começar a fazer aplicativos em 3, 2, 1… Tales Pinheiro respondeu que é só entregar um código funcional para o sobrinho e ver se ele lê. Gabriel Brettas, também UXer, disse que seu grupo já aguentou a cota de “meu sobrinho tem Photoshop”, e agora é a vez dos devs. iOS. Estamos acompanhando…

whatsweb

2. Enfim, Whatsweb!

Gabriel Coutinho foi quem deu uma das notícias mais comentadas do período, a versão web do Whatsapp. Daniel Braz ressaltou que tem que atualizar o aplicativo para aparecer uma opção “web” no menu, e Thiago Ferreira já havia testado e disse que funciona bem. Victor Nascimento comentou que estava tentando sair do Chrome, e aí ferrou… Mayara Campos disse que está bem Google Material, e o QR Code não funcionou para Diego Chavão. E você? Usou? O que achou?

3. Be My Eyes

Victor Lima achou a startup que conecta pessoas cegas por meio de voluntários e chat de vídeo ao vivo. Caio Ribeiro Pereira e Dhiana Deva gostaram, e João Felipe questionou o “iPhone only” por enquanto e questionou “até quando as empresas vão continuar a lançar apps plataform specific”? Fica a pergunta.

be-my-eyes

4. Google’s Next Telecom Move: Becoming a Wireless Carrier

Apesar de ter algumas nuances e a rede não ser do Google (além de nada disso ser oficial), a opinião de Victor Lima é que seria um passo interessante no mundo mobile as gigantes se tornarem operadoras de celular. Leonardo Pabon comenta que o conceito de operadoras virutais existe há um tempo, e ele não se lembra de ter visto alguma dar especialmente certo. Entretanto, para ele, quando o Google entra na coisa tem que respeitar. Felipe Garcia lembrou que aqui no Brasil os Correios montaram ou estão montando uma operadora virtual. João Felipe contribuiu dizendo que a Virgin ia entrar como operadora virtual há mais de um ano, mas nunca veio. Para ele, no mercado brasileiro especificamente é quase impossível alguma operadora virtual dar certo, uma vez que as não virtuais mal dão conta do recado, com planos caríssimos. Para finalizar, Tales lembrou que provavelmente as não virtuais vão fazer lobby contra, como os provedores fizeram quando a Telefônica começou a prover o acesso direto.

5. R vx Python: Round 3

Gabriel Ferreira foi quem indicou o post do SwarmLab comparando R ao Python. João Felipe ressaltou um dos comentários: “However I think are making the R code misleadingly verbose by using lattice/latticeExtra”. De acordo com João, verbosidade à parte, talvez um benchmark fosse mais interessante. João ainda destaca que R é uma linguagem voltada para propósitos estatísticos e Python é “general purpose”. Para ele, as comparações R x Matlab e Python x Ruby fariam mais sentido.

Tales Pinheiro comentou que apesar de ser uma linguagem de propósito geral ele usou com sucesso (e boa performance, depois de levar em conta as limitações do GIL) o Python durante o mestrado, usando ScyPy/NumPy para a parte matemática/computacional e matplotlib para gerar os gráficos. Ele também diz que teve a “vantagem” de usar Python como glue code pra integrar entre diversos programas escritos em C, C++, Python e Ruby, uns gerando dados que eram processados por outros. Ele não se deu muito bem com R, mas não descarta aprender melhor, assim como Julia, que parece ter sido criada para resolver problemas de performance em R e tem vantagens de outras linguagens.

Por sua vez, João lembrou que não teve intenção de questionar a capacidade do Python frente ao R, curte os dois, mas o ponto dele é que se você pegar uma Ford F150 e um Posche Boxter, ambos te levarão de SP ao RJ sem problemas, mas não é pelo fato de os dois desempenharem a função de ir de um lugar ao outro que a 4 Rodas ou a Autoesporte irá fazer um editorial analisando aspectos de design dos dois, pois são carros de feitos para propósitos diferentes.

Alexandre Bairos lembrou que nesse caso especificamente a série está focada em “the relative qualities of… favorite languages fot data analysis and visualization”. Python, apesar de ser de propósito geral, historicamente foi e é muito usada nessa área. Segundo ele dá pra comprar, com uma boa dose de cuidado, dentro do escopo mencionado. Mas Bairos ainda lembra que é sempre bom ficar atento nos critérios de comparação, para não cairmos no erro de comparar banana com laranja.

6. Secure secure shell

Foi Corintho Assunção quem leu o artigo, achou interessante e perguntou a opinião dos DevOps de plantão. Victor Oliveira achou legal e comentou que já andou fazendo algumas das desabilitações nos protocolos de crypto do ELB, mas ainda precisa estudar. Outra coisa que o time costuma fazer, segundo ele, é retirar os acessos na configuração de rede e somente dar acesso a ssh via bastion, que fica desligada. Não é grande coisa, mas não ter o acesso ssh já é uma boa.

SCRUM7. Scrum: a arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo

Wesley Silva está lendo o livro e gostando bastante, indicou para o fórum. Victor Oliveira deu uma pequena aula “para termos uma ideia melhor dos sabores das coisas”: “Mesmo sendo amigos de longa data e continuarem com uma visão única de Scrum por meio do Scrum Guide, cada um traz o seu sabor à mesa quando falamos de Scrum. O Ken Schwaber (que hoje está na Scrum.org) tomou conta de Scrum e de sua definição durante quase 20 anos, enquanto o Jeff foi para o mercado. O foco do Jeff é nos times. Ele inventou essa história dos times super produtivos e fala muito sobre a formação de times heterogêneos, multifuncionais como forma de alavancar a criatividade e descoberta. O foco do Ken é no empiricismo e no mecanismo de transparência, inspeção e adaptação. O último livro que escreveram juntos foi o software in 30 days. É quase um livro/resumo de muito do que é relevante em Scrum”.

Victor ressalta que se você não leu nenhum livro a respeito de Scrum, pode ser um bom primeiro livro. E continua: “Como membro de um time, o mais importante é saber sua engenharia e saber pedir ajuda. Ler alguma coisa como introdução a Scrum (com atenção) vale a pena, mas não é algo de deva causar ansiedade em nenhum desenvolvedor. Para os times é mais importante saber e ter capacidade de entregar e manter a mentalidade das entregas verticais. Um time bom, com entregas em PROD a cada Sprint, supera a maior parte das adversidades. No path de Scrum Master ou Product Owner o estudo mais formal de Scrum é um pouco mais importante. Para Product Owners, a linha da Scrum Alliance tem mais relação com o prático de lidar com o time, escrever estórias e coisa e tal. Na Scrum.org a conversa é só negócios. Conhecer Lean Startup te dá 2/3 da certificação de PO, e a mentalidade é maximizar ROI (return on investment). Para o Scrum Master, facilitação é a palavra chave. O Scrum Master tem que ser o mestre em resolver o pepino dos outros. O início do papel certamente tem relação com disciplina, mas depois o papel muda, e a comunicação é a chave”.

Gabriel Ferreira gostou da dica. Para ele, muitas empresas ainda continuam errando e insistindo  no waterfall, jogando dinheiro no lixo. “Como diz no livro, ou muda, ou morre”.

8. Codeschool Free

Rafael Miceli trouxe a novidade que o CodeSchool virou parte do Pluralsight e para celebrar está oferecendo 72 horas do conteúdo totalmente de graça! Corintho gostou.

9. How to Interview Your Users and Get Useful Feedback

Fernando de la Riva indicou o post do fundador da TodayMade, Garrett Moon, publicado como convidado no Blog de Ash Maurya. Victor Lima, que está compilando materiais sobre como conduzir entrevistas, achou muito bom e disse que “awkward silence works” acontece muito especialmente porque ter alguém F2F tem implicações práticas de cunho social.

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10. Facebook at Work

Outra notícia bastante comentada no mês foi o Facebook at Work. Quem mandou a novidade para o fórum foi o Victor Lima, e João Felipe comentou “Yammer 2.0”. Para ele, talvez a real vantagem do Facebook seja ter a face pública também no mesmo lugar.

Ufa! E esses foram os links mais comentados do mês. O que achou? Teve alguma coisa que você leu e não está na nossa lista? Compartilhe seu conhecimento com a gente usando os campos abaixo =)