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Os 10 links do mês – Abril

  • Blog
  • 1 de Maio de 2015
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Abril chegou ao fim e com ele levou diversos assuntos interessantes comentados no nosso fórum interno. Como já é tradição, não vamos deixar tudo isso passar. Selecionamos aqui os dez links mais comentados no mês, junto com as dicas e comentários que os seguiram. Desta vez tem Android Studio 1.2, review do Apple Watch, Whatsapp, Gamification e mais um monte de outras coisas legais. Quer ver? Vamos lá!

1. JSON Utils

O link mais comentado em Abril foi recomendação do Marcos Castro: um utils para o pessoal que é preguiçoso ou para aqueles que estão mexendo em uma plataforma que não ajuda a “brincar” com JSON. Marcos explicou que a ferramenta formata o JSON para que ele fique mais legível, faz uma organização hierárquica “boa de ver” e o melhor, segundo ele, é que cria classes se baseando nos campos do JSON. Entretanto, infelizmente, só está disponível em VB, JS e C#.

Para o pessoal de Java, o Halyson Gonçalves indicou o jsonschema2pojo, mas Marcos Castro ressaltou que ele não aceita JSON muito grande:

JSON

Victor Lima se impressionou: “Que JSON é esse, hein?”, e Halysson preferiu se manifestar via imagem:

JSON2

2. Android Studio 1.2 Beta 2

Victor Nascimento recomendou o update do Android Studio 1.2 ressaltando que ele está rebaseado no IntelliJ 14.1. Segundo ele, o debugger melhorou muito e a ferramenta teve alguns ganhos de performance ao compilar os projetos. Victor comentou ainda que o Beta 2 resolveu diversos bugs bestas, ressaltando que não sabe como lançaram as versões anteriores. Para finalizar, ele lembrou o pessoal de atualizar a versão do plugin de Android para Gradle.

Rodrigo Caetano testou e gostou! Disse que o debugger melhorou uns 200%. Sobre o assunto, Rafael Toledo indicou esse post do Jason Atwood, e o Victor Nascimento disse que o Beta 3 corrige dependências entre módulos. Marcos Castro, que é escaldado com atualizações de IDE, perguntou se alguém pegou alguma incompatibilidade com algum projeto e teve que fazer mudanças.

Davi Pinheiro disse que não teve problemas, mas Rodrigo Caetano disse que o Android Studio travou debugando com o Beta 3, mas depois que ele reiniciou o AS ficou tranquilo, nada de anormal. Marcos decidiu atualizar, dizendo que travamentos assim passam. =)

3. Curso de Gamification

Foi Cícero Jacobi quem indicou os cursos da Udemy para quem se interessa por Gamification, com promoção que acaba em um dia e dá pra pagar $1 + X reais pelo pacote. André Cardoso comentou que tem três dos quatro cursos mostrados no link, e o último é este. Na época, ele pagou o mesmo preço (US$ 8,42). Ele diz que o curso de Unity foi redesenhado, mas a versão anterior era bem ruim, com instrutor fraco.

André Silva fez o do Coursera e gostou bastante. Ele recomenda, mas ressalta que sai vídeo toda semana (de 40 a 60 minutos no total) e de vez em quando tem trabalho para fazer. Ele diz que não gasta muitas horas por semana, mas tem que ter um tempo livre. Os trabalhos não são obrigatórios, mas se não fizer não tem certificado no fim.

gamification4. Apple Watch Reviews

O quarto link mais comentado no fórum em Abril na verdade foram dois. O primeiro é a review do Apple Watch pela The Verge, e o segundo a mesma review, mas pelo Yahoo Tech. As dicas foram do Theo França. João Ramos elogiou o layout do The Verge, e Gabriel Brettas comentou que é quase um ebook (6905 palavras!). Tales Pinheiro indicou outra review gigantesca, do John Gruber; e mostrou esse tweet sobre a review do The Verge para finalizar os comentários. =)

5. Gitgnore.io

Todo mundo gostou da ferramenta que o Victor Lima indicou para criar arquivos .gitignore para seu projeto.

6. Why do some developers at strong companies like Google consider Agile development to be nonsense?

Foi Alexandre Bairos quem propôs a discussão polêmica, exposta no Agile Overflow. Alexandre Garrefa gostou do texto. Ele citou que existe uma frustração  com os projetos agile em que ele se envolve, porque você começa fazendo uma coisa sem ter a visibilidade do todo e no fim a arquitetura é prejudicada. Segundo Garrefa, partes do app são feitas com boa arquitetura enquanto outras, por terem sido feitas em estágios iniciais ou por terem sofrido muitas mudanças, ficam muito longe da qualidade ideal. Garrefa ainda acha que as reuniões em excesso atrapalham. Ele finaliza dizendo que as coisas evoluem, modelos perfeitos nunca vão existir e sempre há oportunidade de melhoria na forma como fazemos as coisas.

Gabriel Brettas ressaltou o trecho: ““Senior engineers are quicker to go, because they usually want something meatier than filling out some other guy’s “user stories”. Ele diz que reforça a dúvida de quem deveria participar do desenvolvimento do backlog, além do PO.

Victor Oliveira comenta que a impressão é que o autor não está falando exatamente sobre Scrum, mas sobre o que ele vê a sua volta. Agile não vem do “consulting world”, vem do manifesto, de actual team members fazendo actual software em várias situações. Para Oliveira, também é claro que o contexto de implantação de Scrum em corporações estabelecidas tem relação com empresas de consultoria vendendo a mudança e também com a consultoria que entra para fazer um projeto específico e acaba apresentando uma “performance” muito superior ao que se encontra na estrutura da empresa. Victor entende que é fácil encontrar a consultoria que deixa a honestidade intelectual na porta para vender, e esse rant tem relação com isso também. Victor ainda ressalta que os lugares e a cultura que o autor cita dá a impressão de que a ilusão de controle é fundamental. São os mesmos valores de antes, mas com novas métricas e reuniões. Ele lembrou o panóptico, como se o autor fosse monitorado o tempo todo. Oliveira ainda lamenta que o autor não tenha tido uma experiência diferente. Ele acredita que a ideia deveria passar para a microgestão interna, diferente do “Big Brother”.

Flávio Martins percebe dois pontos principais no texto. O primeiro é que o autor não conhece Scrum, provado pelos trechos: “Agile and Scrum, however, single out and humiliate anyone who works for 2 weeks and doesn’t have something to show for it. This means that there’s no room to fail, thus no room to experiment.”, “The story points are there to track productivity” e “There is no place for an actual senior engineer on a Scrum team”. O segundo é que o autor (como muita gente na nossa área, segundo Flávio) tem problemas relacionados à vaidade, como comprovam os trechos: “If you’re good at what you do, it’s insulting to have to justify days and sometimes even hours of your time” e “People who join large corporations do so because they don’t want to be underdogs. They’d rather be a small part of something stable than a bigger part of something that no one else yet believes in”. Flávio finaliza sua contribuição dizendo que é claro que Agile tem problemas, mas com relação a desenvolvimento de software (um problema complexo), de tudo o que conhecemos até agora, é o que gera melhores resultados.

André Silva finalizou a discussão citando a definição de democracia do Churchill: “Scrum é que nem a definição de democracia do Churchill: o pior sistema tirando todos os outros disponíveis”.

scrum7. O que é DevOps, afinal?

Gabriel Ferreira indicou o post de Guto Carvalho, adicionando o comentário #oldbutgold. Wesley Silva, Leandro Moraes e Filipe Mondaini aprovaram. Fabiano Cavalcante disse que o texto está muito bem explicado, e Rafael Pires aproveitou para indicar outro artigo sobre o tema, publicado pela Rackspace.

8. Whatsapp com material design

Polêmica no oitavo link mais comentado em Abril. Gabriel Coutinho indicou a atualização do Whatsapp com Material Design, para os apressados como ele. Halyson Gonçalves gostou e Alexandre Garrefa, depois de pedir prints uma vez que é “do iOS” e receber este link do Matheus Barbieri, disse que continua feio e que o verde musgo é péssimo. Ainda disse que “achou que iam mudar de verdade as coisas”. Já o Corintho Assunção disse que melhorou muito, agora está bem melhor para ler as coisas… E você? O que achou?

9. CIA Kid’s Zone

Paulo Ledo descobriu uma área no site da CIA (Central Intelligence Agency) com desafios de código e jogos para crianças. Gabriel Ferreira, Alicia Zavalis e Douglas Bonafé gostaram. Filipe Mondaini também, mas o link lembrou-o deste filme:

filme10. The shape of materials to come

E tem material design de novo nos 10 links do mês de abril. O último do ranking foi indicado pelo Halyson Gonçalves como um excelente artigo sobre animações na API 5.0 do Android com material design. Theo França gostou e acrescentou que as possibilidades de animação, especialmente nas transições de tela, são uma grande força do Material Design. Para ele, o iOS nunca pareceu tão espartano. Entretanto, Theo destaca que precisa ter coerência entre o tipo de animação e a personalidade do app, não é qualquer aplicativo que pode ter animações Jelly de cabo a rabo. Ele termina com uma citação: “Dont do animations just because you think they are cool, try to find a meaning to why you should do the animations and transitions, dont abuse the layout with them”senão vira um bebop.

João Ramos concorda com Theo, mas disse que dá pra ficar menos bebop e mais “punk” em alguns casos. =P

E chegamos ao fim de mais um “10 links”! O que achou desse mês? Produtivo? Faltou alguma notícia relevante na sua opinião? Deixe seu comentário abaixo. =)