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Os 10 links do mês – Agosto

  • Blog
  • 31 de Agosto de 2015
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Mais um mês se passou e aqui estamos nós com os dez links mais comentados no nosso fórum interno em agosto. E como estamos crescendo (só esse mês começaram a trabalhar com a gente 17 desenvolvedores!) os links estão cada vez mais qualificados e mais comentados. A cada mês, fica mais difícil escolher aqueles que devem integrar a lista =) Mas aqui estão eles! Esse mês teve Google Alphabet, os apps mais populares da América, Netflix, Hearthstone, Dota e afins  e até um post aqui do Blog! Vem ver:

1. These are the 25 most popular mobile apps in America

A lista, divulgada pela comScore e publicada pelo Quartz, foi indicada pelo Thiago Catão no fórum. André Silva ficou curioso: “Whatsapp é que nem Orkut? Só brasileiro usa?” Thiago concordou que é bem esquisita a ausência do Whatsapp na lista, e que de “messenger” só tem o Facebook e o Snapchat. Outra surpresa que ele teve foi o Pandora, que é muito usado, e o Kirk, que está na lista de 2014. Rodrigo Deodoro aproveitou para compartilhar a penetração do Whatsapp em diferentes regiões, e André ficou espantado, dizendo que esses 7% devem ser os brasileiros esparramados pelos EUA. =P Thiago Catão comentou que viu um link do início de 2014 dizendo que o Whatsapp era muito popular lá, então claramente a coisa já mudou. A opinião de Tales Pinheiro é que o uso excessivo do Whatsapp por brasileiros se dá porque as Telecom daqui não cobram pelo uso (e divulgam muito isso como vantagem). João Felipe complementou que as teles daqui são muito ruins quando se trata de voice communication, então só resta dados. Segundo ele, brasileiro usa muito o Whatsapp como um Nextel do novo milênio. =P

2. Essa pica também é minha!

Halyson Gonçalves disse que esse artigo, de Eden Wiedeman, o fez refletir sobre como devemos atuar diante de novos desafios no time. Todo mundo gostou! Gabriel Brettas fez um adendo falando sobre a comparação entre ambiente competitivo x ambiente colaborativo. O autor diz que um dos grandes problemas de se gerir uma operação é a cultura do “a minha parte eu fiz” ou “isso aí não é comigo”. Ele conta uma história divertida para explicar sua posição sobre o assunto.

3. Linguagem R

Douglas Bonafé foi quem indicou o curso do Coursera sobre a linguagem R, perguntando quem conhecia. Jonas Tomaz disse que é muito utilizada para a galera de estatística e economia, e que ele chegou a usar um pouco na faculdade. Tales Pinheiro disse que não é contra R, mas que durante o mestrado o orientador dele queria que ele fizesse algumas coisas nessa linguagem e ele resolveu usando Python mesmo. E que Julia tem crescido na comunidade para os mesmos fins que R. Oscar Tanner contou que R para estatística é impressionante. Ele disse que precisou realizar umas análises, informou os dados de entrada e o resultado apareceu como mágica. Como ele estava na correria na época e não tinha como estudar a linguagem profundamente, um professor indicou esse site, que desenvolveu um plugin de Excel que faz a comunicação com o R. Oscar diz que para quem está na correria é bem interessante, pois é fácil e intuitivo de usar. Mário Chaves complementou que com o projeto Jupyter você pode praticar o R ou várias outras linguagens utilizando uma interface evoluída a partir do iPython Notebook, e o projeto Anaconda é uma forma de ter o ambiente do iPython Notebook na máquina.

4. Google Alphabet

Foi Rafael Toledo quem jogou a pergunta: “Google is now Alphabet?” e deixou todo mundo espantado. Cícero Jacobi até achou que fosse 1º de abril, até Theo França explicar que era o Google Inc., a holding, não o Google. Thiago Catão indicou essa matéria do Business Insider e opina que vai ser bom para proteger um pouco a marca do Google. Matheus Feola gostou do easter egg do Silicon Valley que tem no site. Geraldo Farias disse que aqui tá bem explicado, e Matheus Lima deu a explicação resumida:

Alphabet (“alfabeto” em inglês) foi a palavra escolhida pelos fundadores do Google por considerarem que ela é a “coleção de letras que representam uma linguagem, uma das mais importantes inovações da humanidade”. Além disso, as buscas noGoogle também só podem ser feitas porque o indexador (sistema que organiza as páginas) funciona de forma alfabética. Em inglês, Alphabet é um trocadilho, composto pelas palavras “alpha” (retorno do investimento sobre o valor de investimento) e “bet” (aposta).

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5. Evernote Web Clipper

Marcos Castro deu a dica dessa extensão, muito boa para salvar páginas com artigos, matérias e etc., segundo ele. Ele explica que dá para selecionar só o artigo e salvar todo no Evernote para ver depois, assim como prints. Rafael Alves sugeriu o Pocket, e Daniel Carli diz que gosta muito do Clearly para ler atigos e notícias. Rafael, então, acrescentou que o Clearly é perfeito para quem quer a mesma funcionalidade de leitura de artigos nativa do Safari. Marcos Castro disse que usava o Pocket no celular, mas o Evernote Web Clipper cativou pelo atalho do lado da barra de endereços para salvar as coisas. Rafael Alves explicou que é possível setar atalhos do Pocket na barra de endereços, e o Theo França disse que o Firefox 39.0.3 já vem com o botão do Pocket instalado.

6. Com R$ 500 milhões de faturamento, Netflix já é superior a Band e RedeTV!

Leonardo Pabon indicou a matéria do Estadão, e Thiago Catão ressaltou que lá embaixo tem o mimimi da galera da TV a cabo por causa dos impostos. Todos os setores tradicionais sofrendo perante os tecnológicos. Filipe Mondaini opina que a solução é simples: as operadoras podem fazer um serviço igual para competir, não tem ninguém impedindo. Para Rafael Alves, seria bom colocar toda a TV na internet via streaming e parar de separar. João Gouveia acredita que as operadoras não têm essa capacidade, quem poderia fazer são as programadoras, mas isso acabaria com os contratos milionários que elas têm hoje com as operadoras, uma vez que o conteúdo chegaria direto aos espectadores. Para ele, a situação não é tão simples no sentido de negócio, mas que as programadoras já poderiam ter dado um start nesse processo para hoje ter algo bem mais concreto. Entretanto, como em toda empresa muito grande, os diretores têm muito medo de pisar onde não conhecem.

Filipe Mondaini jogou a dúvida: as operadoras não podem comprar direitos de distribuição de filmes? A NET tem o Now, poderiam começar com poucos títulos, como o próprio Netflix fez. “Lá fora” não existe só Netflix. Tem Amazon, Hulu, Verizon (redbox)… Ele acredita que aqui falta mais boa vontade de fazer um serviço igual do que medo ou impedimentos por questões contratuais com as programadoras. E com essa notícia sobre o faturamento do Netflix, é difícil as operadoras não enxergarem oportunidades. Talvez seja mais fácil fazer lobby pra atrapalhar o concorrente. É o efeito Uber atingindo o Netflix, Whatsapp, etc.

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João Gouveia explica que as operadoras podem sim comprar direitos de distribuição de filmes, mas não é simples principalmente pelo fator de negociação. Todos os contratos são incômodos de mudar, porque mexem com relações de anos, e na verdade a maioria dos diretores não assumem essa mudança de mercado como uma oportunidade, mas como um risco ao modelo de negócios deles que já está rodando e gerando muito dinheiro há muitos anos. Ele usou o exemplo da Globosat, que usou uma estratégia intermediária lançando apps e sites nos quais você pode assistir aos programas quando quiser ou até mesmo assistir alguns canais ao vivo, por exemplo SporTV, Globo News e outros, desde que o usuário seja assinante.

Theo França, por sua vez, acha que comparar o faturamento da Netflix, com produções de vários canais e produtoras, com canais que mal se sustentam sem a venda de horário nobre para igrejas é pegar pesado. Mas de qualquer forma é um caminho sem volta e já dá para imaginar esses canais encolhendo até sumirem ou até virarem uma aba no Netflix: “programas de auditório brasileiros com entrevistas, shows, constrangimentos em geral e piadas para toda a família”. =P Pabon ainda lembrou dos programas que já surgem com vida própria, como o Porta dos Fundos.

7. Calligraphy

Eduardo Silva explicou que alterar para uma fonte customizável no Android normalmente requer muito trabalho. O Google não fornece uma forma de colocar uma fonte customizável via XML, por isso a estratégia adotada pela maioria dos desenvolvedores é estender cada componente nativo setando a fonte programaticamente. Depois de todo esse trabalho, eles alteram todos os componentes do layout para apontar para os novos componentes criados. De acordo com ele, essa lib resolve esse problema de maneira simples e funciona para boa parte do aplicativo. Basta alterar o onCreate e o attachBaseContext da sua base activity:

E adicionar a seguinte lib no Gradle:

Ele acrescenta que mesmo com essa lib teve problemas com fontes de componentes de terceiros, mas de resto funcionou muito muito bem.

João Gouveia diz que essa lib adianta, mas ainda assim é muito para um problema tão pequeno e ainda é necessário ficar setando a fonte programaticamente. Ele prefere fazer um esquema mais simples de estender um TextView e setar a fonte por style. Ele deu esse exemplo aqui, que segundo ele deu umas evoluídas no código mas ainda não jogou no Github. João também acrescenta que não costuma usar muitos componentes de terceiros que tenham TextViews, mas nesse caso ou rola um fork ou tem q ser programaticamente mesmo.

Rafael Toledo disse que usou essa lib em um projeto que participou e funciona muito bem. Ele diz que é um pouco chato achar a configuração certa pra o tema diretamente e qual fonte usar em qual componente, mas depois rola bem legal. Eduardo comenta que o problema costuma ser pequeno caso o projeto esteja no início. No projeto que ele está trabalhando tem exatamente 242 TextViews, 7 EditTexts e 36 MaterialEditTexts, e aí teria que estender esses componentes e modificar quase todos os arquivos de layouts (são 75 arquivos no total). Segundo ele, isso poderia ser automatizado com uma regex, mas essa solução não garante que todos os developers sempre se lembrarão de usar o br.com.pacote.MeuComponenteCustomizadoView. Ele ainda diz que a lib é bem pequena e foram necessárias apenas 7 linhas de código pra adicionar a fonte em toda a aplicação. Poupou muito tempo.

Rafael Alves comentou que até hoje ele procura uma maneira de usar fontes no Android sem ter que testar dinamicamente para validar como ficou. Ele gostaria de ver o resultado ainda na ferramenta de design do Android Studio, mas nunca fica igual ao real. Eduardo disse que tem o mesmo problema, e espera que o Google facilite fontes no xml. Theo França disse que depois dessa thread ele vai pensar 10 vezes antes de escolher outra fonte que não a Roboto (mentira…rs) e Marcel Junior contou que fica chateado quando alteram a fonte do app. Ele disse que a Roboto é uma fonte desenvolvida pensando em telas digitais e pequenas, mas tem cliente que não ouve e insiste em alterar.

Rafael Alves ficou em dúvida como fazem para alterar a fonte e conseguir acertar para todas as telas “sem esforço” em jogos, e Eduardo explicou que as engines de jogos não costumam usar as views do Android para desenhar texto na tela. AndEngine (Android) e Spritekit (iOS) têm uma classe própria para texto. Rafael Toledo disse que no caso de jogos, o framework é criado em cima de um SurfaceView e no final das contas é tudo canvas. Quanto a não alterar a Roboto, ele diz que já chegou a utilizar o Calligraphy em um projeto apenas para manter o padrão de Roboto em todas as plataformas, uma vez que mesmo dentro do Android há variação (<= 2.3: DroidSans, <= 4.4: Roboto >= 5.x: Roboto 1.2). Por fim, João Gouveia adicionou que a maioria dos smartphones do mercado não utilizam a Roboto, como a Samsung, por exemplo.

8. 10 sinais de que seu time Scrum está rodando ciclos curtos em waterfall

Metalinguagem! Dentre os links que foram compartilhados esse mês no nosso fórum interno e a galera mais gostou, tem um do próprio Blog =) É o post da Viviane Martins, do qual Gabriel Brettas destacou o seguinte trecho: “se as hipóteses de seu produto não podem ser validadas, então não há produto, apenas projeto”.

9. Shoop

Foi Patrick Porto quem deu a dica de e-commerce escrito em Python com código aberto, e Raphael Freitas já está migrando de Magento para Shoop em 3, 2, 1… Vinicius Araújo contou que estava procurando uma alternativa válida para isso esses dias, mas achou que a documentação ainda está fraquinha, apesar de que eles eles falaram que estão trabalhando em uma documentação melhor. Gabriel Ferreira comentou que historicamente os e-commerces em Python não tiveram muita evolução, e ele espera que esse ande. Rodrigo Deodoro diz que o ciclo infinito de e-commerces em Python é:

– Existe um monte de e-commerces em Python, mas nenhum foi para frente;

– Melhor escrever um novo do zero;

– Existe um monte +1 de e-commerces em Python.

Patrick disse que nós ainda escreveremos o nosso e-commerce =) Alexis Henault gostou do comentário do Rodrigo e lembrou dessa tirinha:

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Diego Chavão compartilhou que começou a escrever um e-commerce em Python em 2013 e até o momento – depois de 2 anos – ele já tem a incrível funcionalidade de salvar um produto com nome, descrição e preço. Mais um para a lista dos sem futuro!

Para encerrar a discussão, Patrick disse que imaginou reescrever em Python um e-commerce em PHP. A ideia inicial era usar o OpenCart como base por ser mais simples e oferecer uma boa visão de MVP. O que ele vê nesses e-commerces em Python é a ausência de boas práticas, todos preferem abstrair os padrões a entenderem como eles funcionam.

10. Hearthstone pulls in $20 million a month as it disrupts the card game industry

É claro que um post sobre jogos ia render! Foram 46 comentários sobre a notícia, mandada pelo Rodrigo Deodoro. Caio Rosa comentou que nunca parou para fazer as contas da era de ouro do World of Warcraft (WoW) e teve até um desgosto de viver depois de contabilizar o quanto a Blizzard ganha. Mesmo perdendo milhares/milhões de assinantes tá em U$8 x 5.600.000,00! Agora multiplica uma média aí de 6.000.000 users durante 11 anos… Lembrando que ele utilizou U$8 porque a conversão da moeda para muitos outros países chega a ser inferior a U$5, como aqui… que é R$15.

André Silva comentou que a Riot fez quase 1 bilhão no ano passado:

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Thiago Valle lembrou que Hearthstone recentemente completou um ano e a equipe original tinha em torno de 15 pessoas, incluindo desenvolvedores, artistas, QA, etc. um número muito baixo para um jogo comercial da escala de Hearthstone. O retorno do investimento provavelmente foi mais alto e mais rápido do que outros jogos.

João Felipe acha que a conta do Caio está alguns milhares por baixo, pois esses valores são relativamente novos 🙂 O subscription do WoW era de 15 USD cravados até há alguns anos. Como curiosidade, João mandou a “população” do WoW desde o lançamento:

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E avisou que a Blizzard tá vindo aí com o Heroes of the Storm (HotS) para desbancar o League of Legends (LoL) 😛 e já já lança o Overwatch, que deve dar o que falar também, First Person Shooter bem fora do normal.

André Silva acha que o Overwatch vem mais para rebanhar a galera do Team Fortress 2, assim como o Battleborn. E ele não consegue levar Heroes of the Storm a sério. Para ele, é como se os outros MOBAs (sigla para Multiplayer Online Battle Arena) fossem sinuca e ele fosse bilhar. Não que seja ruim, mas realmente não consegue levar a sério. Matheus Feola acha que o Heroes of the Storm tem seu apelo em duas coisas:

1 – Ter os personagens que a gente “ama” (quem jogou Wacraft 3 e os Starcrafts sente o saudosismo)

2 – As partidas duram menos e os campos são menores do que em Dota ou LoL. Existe até um artigo interessante da Polygon falando que esse é justamente o selling point do HotS: “um MOBA para quem tem pouco tempo pra MOBA”.

Sobre o WoW, ele acha que é meio um ciclo: caiu bastante porque a última expansão foi ruim e está quase no fim, mas com a nova no ano que vem volta a crescer.

Thiago Catão diz que toda expansão de WoW ele fica tentado a voltar. Na opinião de João Felipe, o maior selling point do Heroes of the Storm é a comunidade menos tóxica e o “team cooperation driven”, não tem essa de Kill Steal ou de heroes com level desbalanceado dentro do mesmo time. Matheus Feola concorda, e acrescenta que para quem jogava WoW desde o Burning Crusade, a próxima expansão parece que vai ser bem nostálgica. André concorda com tudo o que falaram do HotS, e é justamente essa falta de “profundidade” que o deixa meio cético em relação à sua seriedade como eletronic sport.

Cícero, que curte uma competição mais dark, se sentiu passeando no parque com o HotS, mas acredita que realmente é um jogo mais amigável e as pessoas não têm muito motivo para dar rage. Feola acredita que tem espaço pra ser um bom e-sport, mas é um jogo que está no começo. O evento de lançamento oficial no Brasil foi em junho, ainda não tem TANTOS heróis, mapas, e esse esquema mais “hardcore” acaba rolando no late game.

Filipe Mondaini já intimou quem joga Hearthstone na Concrete! André disse que já jogou um pouco e curtiu como distração. Ele acha que é um bom substituto do All Random All Mid do League of Legends, por exemplo. Justamente por ser rápido e ter uma curva de aprendizado baixa. A única impressão dele é que o jogo é controlado único e exclusivamente por quem tem o controle do objetivo principal do mapa. Qualquer tipo de virada ou stomp é ditado simplesmente por esse controle, não dá para fazer uma build para counterar alguma situação de jogo. Ou seja, uma vez o pick feito, não tem muito como mudar as estratégias.

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João Ramos adora o Heroes of the Storm e nunca tinha ouvido falar de nenhum outro desses antes, como LOL, Defense of the Acients (Dota) e etc. André explicou que Dota foi o primeiro e veio como um mod de Warcraft. LoL aproveitou a onda, solidificou o gênero MOBA e ganhou o mercado. Alguns outros vieram pra tentar morder uma fatia também, como SMITE e Heroes of Newerth, mas só o Dota 2 realmente conseguiu pegar uma fatia boa. Agora o HotS também está abocanhando uma galera. Ele acha que Dota e LoL são muito parecidos, e SMITE e HotS vieram com uma proposta diferente.

Lucas Cardinali sempre achou a ideia do MOBA sensacional, mas sempre foi uma negação, desde o primeiro Dota, Mod do War3, segundo ele próprio. Disse que tentou de todos, LoL, Dota, SMITE e etc.. mas todos eram uma enorme frustração. Então, deu lugar a jogos nos quais ele se dava melhor, como Counter-Strike: Global Offensive e outros MMOs (Massively Multiplayer Online). Quando HotS apareceu, ele voltou a se interessar por MOBAs, mas só começou a jogar mesmo quando juntou uma galera que também curtia, e muitos não gostavam de LoL, aliás. Ele diz até que HotS o ensinou a jogar MOBAs em geral.

Para ele, o ponto da discussão é o que o jogo faz de diferente e tempo de partida. Na rotina de quem trabalha, os modelos de partidas rápidas de 15 a 30 minutos e dá a impressão de que você aproveita muito mais o jogo jogando algumas partidas ao dia do que apenas uma de LoL e Dota, que podem durar mais de 40 minutos. Ele também acha que a inexistência de uma loja e a impossibilidade de trocar os talentos após escolhidos reduzem um pouco da estratégia, mas acha que isso tem a ver mais com a construção do jogo. A ideia é que a partida não dure tempo o suficiente para ficar trocando os itens e talentos para counterar seus inimigos, e sim que você escolha os apropriados para combinar com seu time e o time inimigo. Viradas inesperadas são muito comuns no HotS, então ele não acha que essa necessidade de troca de itens seja tão importante. Isso é mais costume de quem já joga outros MOBAs e já estão acondicionados com certo estilo de gameplay, na opinião dele.

Sobre os objetivos de mapas, Lucas acredita que eles têm que ter importância, ser a prioridade do time enquanto estiverem ativos, porque se fossem dispensáveis não precisariam existir. Ele diz que no Condado do Dragão ele já teve partidas super tensas sobre quem controla os templos, e a coordenação que isso exige às vezes vai muito além de um simples gank do LoL ou Dota.

No final das contas, ele encara como jogos diferentes, que são jogados de formas diferentes, e especialmente feitos para públicos diferentes. Às vezes você não quer ter que passar horas vendo partidas, estudando táticas, e aguentar um monte de gente te xingando no chat para aproveitar uma simples partida de MOBA. Matheus Barbieri concorda com ele: são jogos com estilos diferentes e para públicos diferentes. Ele não gosta do LoL e pelo pouco que ele viu de HotS, as partidas são mais dinâmicas e tendem a ser bem mais rápidas. Ele gosta do Dota porque o estilo de jogo foca mais na estratégia e no trabalho em equipe, mas as partidas podem demorar muito mais.

Victor Vieira disse que joga WoW desde o Vanilla, época que o level máximo inicial era 40 e depois virou 60 e a primeira “raid” era UBRS (Upper Blackrok Spire) de 10 pessoas. Depois, com lançamento de ZulGurub, Molten Core até a quest de Temple of An’quiraj 40 man, e por último Naxx. Na opinião dele, essa última expansão foi a pior de todas, faz seis meses que ele nem entra na conta.

Victor diz que a expansão The Legion promete trazer a Hero Class que já era para existir desde a Burning Crusade. Isso deve motivar o retorno de muitos jogadores e a possibilidade de pegar “artefatos com skins lendárias”. Quem se interessar pelas novidades, ele indica este site. Ele ainda acrescenta que tentou brincar no Diablo 3, mas cansa rápido a parte de repetição para conseguir se equipar; Heartstone é legal, mas só fica competitivo quando se acompanha a saída de novos decks comprando esses cards; Heros é bem legal, dá para jogar competitivo mesmo não gastando dinheiro, mas é um passatempo chato para quem não curte MOBA; e vem se divertindo no SMITE, que é um MOBA mais dinâmico e tem uma arena rápida e bem divertida.

Leonardo Pabon indicou como irritar um jogador de LoL, André Silva passou a continuação e Victor Vieira, para finalizar, mandou a vingança. Ufa!

E aí? Curtiu nossos assuntos do mês? Se tiver algum comentário, fique à vontade nos campos abaixo. Até setembro! =)