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Os 10 links do mês – Maio

  • Blog
  • 31 de Maio de 2016
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Esse mês, como de costume, tivemos vários debates no nosso Blog. Foi até complicado escolher os dez links mais comentados, porque teve realmente muita coisa interessante. Mas como não podemos deixar a tradição de lado, fizemos uma seleção que tem Blizzard, psicologia, política, Github e figurinhas repetidas como Apple e Instagram. Vamos lá?

10. Motherfucker website e Better Motherfucker webiste

Desculpem os palavrões =) Tales Pinheiro foi quem jogou a discussão na roda, dizendo que está pensando o mesmo que os sites indicados para apps. Segundo ele, o Tweetbot tem 11Mb, Waze tem 72Mb, Firefox tem 73Mb, Chrome tem 101Mb. O Twitter (cliente oficial) tem 126Mb, e o Facebook 214Mb. Com base nisso, Tales questiona: “O quanto de assets o app oficial do Twitter tem a mais que o do Tweetbot para ser 10x maior? O que um cliente de rede social como o Facebook tem pra ser quase maior que dois navegadores e um app de GPS juntos? Um browser embutido ele não tem, já que usa o Safari do sistema…”

Para Tales, a Apple deveria ter mantido o limite de 50Mb pra download via 3G, pois assim talvez esses apps não lançariam updates tão frequentes e tão grandes. Afinal, armazenamento é “barato”, mas 3G não. E ainda tem muito device com 16Gb por aí.

Para Eduardo Rangel, o problema é que a maioria dos apps precisa dar suporte a versão mais antigas do iOS. Ele diz que quando a versão de corte for a 9, vamos ver mais o  App Thinning em ação para amenizar um pouco. Tales acrescentou que um dos motivos de o Tweetbot ser tão “magicamente/lindamente” pequeno é que a versão 4 suporta somente iOS9. E como bom designer, Gabriel Brettas gostou mais da versão “Better”, porque já ia comentar “P***, não me faça ler 215 caracteres por linha”. =)

9. Como facilitar as conversas difíceis

Aqui começamos a sair da tecnologia e ir para psicologia. Aliás, acreditamos em times multidisciplinares =) Quem indicou o texto foi o Alexandre Bairos, seguido por um pedido de feedback para quem tentar. Uilque Cruz destacou a frase “Aliás, já tentou gritar devagar? Boa sorte”. Roberta Altermann disse que no começo é estranho, mas garante que converte. Andressa Chiara concorda. Para ela, aplicar os passos é sempre um desafio, mas “frutifica que é uma beleza.” Fica a dica!

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8. Why Product Thinking is the next big thing in UX design

O oitavo lugar também é uma dica do Bairos, segundo ele para “vermos que pensar o que fazemos como produto ainda não é lugar comum”. Para Gabriel Brettas, o desafio maior é encaixar esse mindset no cenário de consultoria. Para Theo França, “Product Thinking” é só buzzword, novos nomes para coisas que já estão por aí, de técnicas e processos de design e marketing.

Segundo ele, se o time não sabe qual o problema, ele nunca vai achar a solução, ou o sweet spot (a intersecção entre a necessidade do usuário e os objetivos de negócio). É um carimbo de “You’re doing it wrong!”. De qualquer forma, Theo acha que o artigo é válido para reforçar que de nada adianta features se o produto em si não resolve o problema descoberto.

7. The Man Who Built Google’s First Self-Driving Car Is Now a Trucker

Halyson Gonçalves achou “irada” a ideia de um grupo de engenheiros que não fazem mais parte do Google e da Apple se juntarem para tentar resolver um problema enorme que gera grandes custos para a sociedade (morte nas estradas). Mas uma coisa é você andar em um carro autônomo e outra em um monstro de bitrem carregado de 40 toneladas, segundo ele. Victor Lima concorda, e diz que o grosso da grana de transporte não fica em pessoas dirigindo carros até seu trabalho, mas em transporte de carga e outros dessa categoria.

Thiago Catão lembrou que nesse post aqui ele já previa esse movimento: “Apenas no Brasil, estima-se que tenhamos por volta de 600 mil caminhoneiros autônomos, que ganham a vida levando cargas de um cato a outro de nosso país ou até para outros países do continente”. Filipe Silva disse que gosta de observar as diferenças das culturas. Ele contou que já existe um projeto de caminhão autônomo desenvolvido pela USP, que já foi transformado em um negócio. Para Filipe, poderíamos criar um bom componente de inovação se tivermos essa parceria de empresas e universidade transformando ideias acadêmicas em negócios reais.

6. Core Values from Blizzard

Foi o Gabriel Brettas quem deu a dica, aprovada por tanta gente que chegou ao sexto lugar no nosso ranking =) Os comentários foram apenas no nível de “Sensacional” e “Blizzlove <3”, mas o próprio Gabriel complementou a dica com um segundo vídeo da Blizzard, com a “evolução da cultura” da empresa.

5. Senado faz enquete sobre internet ilimitada

No quinto lugar da nossa lista, chegamos à política. O Douglas Barreto indicou um link para os brasileiros opinarem sobre a limitação da internet. Um pessoal tentou acessar e não conseguiu, teve gente que disse que não acredita no resultado porque o site é do governo e ainda teve comentário dizendo que a falta de confiança não e necessariamente por ser do governo, mas por ser uma DLL =P

E aí Matheus Lima deixou esse GIF para finalizar:

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4. Apple cuts App Store approval time to just one day

O quarto lugar do nosso ranking também foi notícia aqui no Blog, o Erick Santos quem indicou o link e escreveu o post pra gente. =) A primeira reação da galera, como era de se esperar, foi:

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O André Coelho lembrou dessa entrevista. Eduardo Rangel lembrou que se aceleraram a forma de fazer as verificações, é excelente, mas se deixaram de fazer algumas, pode ser muito ruim. E perguntou se alguém sabia quais foram as mudanças que realmente fizeram, dúvida de uma galera no fórum.

Thiago Holanda respondeu que é possível que seja uma série de coisas, mas ele imagina que tenha sido pré-validação para os external testers, aumento do time de review (até onde se sabia, a equipe não passava de 25 pessoas) e automatização de diversos processos. Mas tudo isso é pura especulação. Estamos aguardando o anúncio oficial no WWDC. =)

3. Apple to Revamp Streaming Music Service After Mixed Reviews

E nosso terceiro lugar continua no assunto Apple, figurinha carimbada nos posts de 10 links do mês. =) Dessa vez quem mandou a matéria da Bloomberg foi o Victor Lima, e o Thiago Catão, o Theo França e o João Ramos disseram que estão torcendo para que o Apple Music seja um serviço separado do iTunes. E aí começamos a eterna discussão do melhor streaming de música.

Teve saudade do Rdio, citações ao Deezer, xingamentos à UX do Spotify, mas elogios ao conteúdo dele e até sugestões de um Vinil as a service. =) Por fim, Eduardo Rangel disse que usa o Apple Music com o iTunes Match há um ano e não tem nada a reclamar, mas sempre há espaço para melhorias, segundo ele. Para finalizar, ele diz que o iTunes, se não for no MacOS, “é como dar um copo de água gelada para quem está no inferno”. =P

2. Introducing unlimited privated repositories

Foi Thiago Holanda quem mandou o anúncio do GitHub que diz que agora os repositórios privados são ilimitados. O Victor Lima reagiu com um “ouch! #RIPBitBucket?” e o Gabriel Ferreira respondeu que o BitBucket ainda ganha no preço para empresas, pois custa só $1 por usuário. Para Rodrigo Direito, ficou melhor pra indies, mais caro para empresas maiores, mais barato para empresas menores e justa a forma de cobrança, pois antes era por número de repositórios e agora é por usuário. Ele também lembra que ainda tem o GitLab pra indies que é totalmente free.

O João Felipe disse que prefere o stack de ferramentas da Atlassian, então BitBucket FTW! Victor Neves e Thiago Ferreira também são #teamBitBucket, enquanto Patrick Porto e Filipe Mondaini estão do lado #teamGitHub. Alexis Henault, para encerrar a discussão, disse que não tem um preferido. Ele acha que o GitHub tem o lado “social coding”, interessante para os projetos Open Source, mas ele gosta também da stack Atlassian para empresas. Ele diz que seria ruim ter um que domine todo o mercado, ele prefere continuar a ter escolha.

E você? O que acha?

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1. Instagram é atualizado com reformulação visual completa, da interface ao ícone

E o grande campeão de comentários esse mês é o Instagram! Discussões sobre novos logos são recorrentes aqui nos posts de dez links. Dessa vez, quem mostrou a mudança do Instagram no nosso fórum foi a Juliana Akemi, destacando o seguinte trecho: “o novo ícone — que, como era de se esperar, já está despertando todo tipo de reação exageradamente furiosa na internet — substitui o clima hipster, oitentista do antigo por uma construção vibrante e bem simplificada que não se destaca, para o bem e para o mal, na maré de ícones minimalistas que já viraram padrão em nossas telas iniciais. Faz sentido, considerando que o Instagram há muito tempo deixou de ser uma rede social de nicho, centrada em filtros nostálgicos, para se tornar uma mega-potência das sociedades virtuais mainstream.”

O Giovanni Silva achou que esse GIF representava bem a notícia:

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Para Thiago Catão, copiaram o We Heart It descaradamente no layout, e Rodrigo Maia acha que o GIF do Giovanni é mil vezes melhor que todo o redesign. E aí Matheus Lima soltou a bomba: “Aguardo ansiosamente o dia em que um designer vai gostar de um logo novo”. João Ramos se defendeu falando que gostou do projeto do Channel 4, do Medium e do Uber, mas não gostou do Facebook, do Google e do Instagram. Ele diz também que nunca usa o critério de curtir ou não curtir, mas o de faltar substância de design. Para ele, essas marcas que ele citou negativamente usam a pós-conceitualização para usar de muleta um projeto de marca fraco.

Gabriel Brettas preferiu não entrar nessa discussão e indicou um post do Head de design do Instagram sobre a mudança. Já a Luciana Nasr, para finalizar, contribuiu com esse texto.

E aí, gostou da seleção? Contribua deixando seu comentário abaixo =) E se você acha que faltou comentarmos alguma coisa, é só deixar seu feedback.

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