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Os 10 links do mês – Julho

  • Blog
  • 30 de Julho de 2016
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Estamos chegando ao fim de mais um mês e, como já é tradição, chegou a hora de ver quais foram os links divulgados e mais comentados no nosso fórum interno em Julho. Como sempre, muitas discussões, debates e zueira =) Teve realidade virtual, bastante coisa sobre bancos e fintechs, Pokémon GO, e o Uber foi discussão de novo. Vamos ver?

10. TD Bank introduces Touch ID and more tasks with app redesign

A notícia foi enviada pela Juliana Ramos, mas não foi uma novidade para o nosso time, que já estava implementando a feature em um de nossos projetos. A Roberta Altermann alertou para a usabilidade no cadastro. Ela diz que conectar sem Facebook ou Touch é muito estranho se não manter o app logado.

9. Digio

E o nono lugar continua na área financeira. O Tales Pinheiro apresentou a Digio, outra Fintech de cartão de crédito, o que fez a Fernanda Geraissate lembrar desse meme aqui:

image03O Alexandre Cupolo explicou que não é uma Fintech, é o app de pessoa física do Banco CBSS, que é do Grupo ELOPAR, que inclui Cielo, Livelo, Stelo, Cartão Elo e etc.. tudo com ELO! O Theo França lembrou desse livro aqui:

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E como é elo atrás de elo, o João Felipe até sugeriu um símbolo para a holding atrás deles:

image02

E o Victor Neves deixou uma reflexão profunda encerrando a zuera: ““Uma corrente não é mais forte do que seu elo mais fraco”…

8. App Fogo Cruzado

Victor Neves foi quem mostrou o app que ficou em oitavo lugar no nosso ranking. Ele destaca que “lançado há oito dias, o aplicativo Fogo Cruzado mapeia, em tempo real, os lociais onde estão acontecendo disparos de armas de fogo na Região Metropolitana do Rio. Somente nesse tempo, foram feitos 15 mil downloads”. Ele também diz que o app funciona de maneira colaborativa e recebe notificações de usuários além de dados da Polícia Militar e de divulgações na imprensa. No site do app é possível fazer uma filtragem e visualizar as notificações de acordo com as fontes.

A Andressa Chiara comentou que o conceito é excelente e extremamente necessário, mas antes das últimas atualizações a usabilidade estava “sofrível” e acrescentou esse post do Anderson França.

Alexis Henaut ressaltou que, segundo o website, 3 pessoas foram mortas perto do escritório da Concrete Solutions e tiveram mais 2 outros tiros sem vítimas entre o Largo da Carioca até Rua Primeiro de Março no mesmo dia. Para ele, isso pode mostrar que mais pessoas registraram o mesmo evento no mesmo tempo e essas cinco notícias devem ser só uma, mas mostrar um cluster de 5 no Goggle Maps é mais impressionante para a aplicação.

Ele também questiona que quando o detalhe mostra “mortos: não sei”, eles mostram uma imagem laranja, que tem a legenda “tiroteio com vítimas fatais”. Se eles não sabem, por que mostram uma informação errada? Ele lembra que durante o último atentado na França, algumas informações nas redes sociais diziam que tinha também tomada de reféns e fogo na Torre Eiffel, o que não aconteceu. As pessoas são uma fonte de informação infiel nesses casos. Em resumo, ele acha o app mórbido, e que causa ansiedade inutilmente.

7. Bodybuilder Ipson

A zuera chegou no nosso ranking em sétimo lugar. O Victor Lima achou esse site de criação de caracteres e a maior parte dos comentários diz que os brasileiros devem ser estudados pela NASA. =P Algumas imagens também ajudaram no propósito da zuera:

image04image00

Se você está perdido e não acompanhou a zueira do BIRL (o que acho difícil), esse vídeo aqui pode te ajudar. Aí aproveita e vê também esse aqui indicado pelo Jonas Tomaz e o Birl of Thrones, dica do Gabriel Pereira. Para finalizar, você percebe mesmo que os brasileiros precisam ser estudados quando eles decidem comentar BIRL na foto do Hugh Jackman malhando (dica da Samanta Cicília).

6. Os músicos sabem da importância do baixo. A ciência agora detalhou seu papel fundamental

O sexto lugar do nosso ranking é música! Roberta Altermann foi quem indicou o link e destacou o seguinte trecho: “Trainor dissecou a importância de sons de baixa frequência para estabelecer o ritmo das canções. E chegou a uma conclusão que muitos músicos já sabem: a percepção de tempo musical é muito mais precisa com os registros baixos. Vale lembrar que, quando falamos em ‘registros baixos’, não estamos falando de volume, e sim de registros mais graves”. Victor Nascimento questionou: “Por isso que o Messhuggah usa guitarras de 8 cordas?”  image06

e o Kleber Toyota disse que não, é só pra mostrar que eles conseguem tocar com guitarras híbridas =P. Kleber também destaca de uma apostila sobre o contrabaixo: “É importante que se tenha em mente que o contrabaixo é um instrumento de acompanhamento. Deve-se sempre estar imbuído desse ‘sentimento de acompanhamento’ para que o contrabaixo exerça sua função, que é intermediária entre o ritmo e a harmonia sendo, então, um instrumento com uma função de equilíbrio dentro da música”.

5. How Free Games Are Designed to Make Money

Foi Fábio Almeida quem indicou o vídeo para mostrar um pouco como o Pokémon GO e outros jogos geram renda. Victor Lima comentou que é muito interessante a sacada do Pokémon GO de fazer as gyms acontecerem dentro de alguns estabelecimentos, que pagaram por isso. O André Coelho lembrou que no Japão o McDonald’s já fechou parceria e o Victor Lima disse que esse é o case: online alimentando o offline. Harrisson Souza disse que a sacada agora é criar os produtos que fazem sucesso hoje para Pokémon GO =) E para terminar o André contou que o nosso ex-dev Android Samuel Barbosa fez um app para mapear os pokémons. A galera curtiu!

4. App Bradesco ganha experiência de realidade virtual

E aí voltamos à área financeira para o nosso quarto lugar. A Roberta Altermann quem indicou a matéria, e o ponto de resistência do Renato Monteiro é que é preciso pensar em um case real de uso que comprove que vale a pena investir nisso. Para “realizar depósito na praia”, a única coisa que o Bradesco conseguiu foi um pouco de divulgação. A Roberta cita pioneirismo, experiência nova, diferencial e markerting como alguns pontos que valem a pena o investimento, e o Renato explica que é preciso um processo de validação que mitigue os riscos de potencialmente desenvolver algo que ninguém quer apenas porque se utiliza de uma tecnologia nova e nenhum concorrente tem. Ele acha que a inovação puramente tecnológica mostra-se incapaz de garantir a disruptividade e bom posicionamento de mercado, e o pioneirismo não é garantia de sucesso. A pergunta é: “será que o Bradesco testou para validar se as pessoas se sentiriam seguras fazendo transferências nesse contexto?”

O Theo entendeu que o app é 100% esforço de branding, criado por uma agência e nada mais que uma série de vídeos 360º. Não é um produto, propriamente dito, é um canal de veiculação de comerciais. Para completar, a Juliana Ramos disse que só consegue pensar nesse vídeo quando ouve sobre realidade virtual e o Thiago Catão já imaginou uma realidade virtual onde tem dinheiro na conta dele. =)

3. Lista de PodCasts #mustlisten

Sempre tem um link com um monte de links no nosso ranking <3 Dessa vez, o Tales Pinheiro indicou o StarTalk do NDGT e pediu dicas de podcasts que a galera tem ouvido. O Bruno Gonçalves indicou Anticast, Scicast, Dragões de Garagem e Braincast para temas gerais e Developer Tea, JavaScript Air e JavaScript Jabber para tecnologia. Ele também indicou essa thread no Reddit sobre podcasts, mas alertou que não ouviu nenhum deles, e o The Talking Machines sobre machine learning.

A Juliana Galati indicou o Guia Prático para notícias de tecnologia; Mupoca e Canal Masculino para assuntos gerais; Canal42 e Spoilers Talk Show sobre séries; Jogabilidade para vídeogame; Design Review, UIE e What is wrong with UX para UX e The Web Ahead para devs. As dicas do Matheus Feola são Bilheteria e Papo Torto para assuntos gerais e MotherChip para games, além de Mamilos, Dev na Estrada, Freakonomics Ratio, Stuff You Shoud Know e Flash Foward.

Por sua vez, Uilque Cruz diz que o Escriba Café conta história de uma forma bem peculiar, prende a atenção do início ao fim, mas que por ser muito bem elaborado demora muito para sair um episódio novo. O Victor Lima falou sobre o Amazon Alexa Dev Podcast e, para finalizar, Tales Pinheiro indicou alguns sobre iOS: CocoaHeads BR, Ray Wenderlich, NSBrief, Core lntuition, Angry Mac Bastards e o Late Night Cocoa.

Aproveita e adiciona o ProdCast, o podcast da Concrete, para ouvir também =)

2. NeonBank

Olha aí as Fintechs de novo no nosso ranking! Dessa vez em segundo lugar, e quem mandou o tweet foi o Tales Pinheiro, mas o Theo complementou com o site do banco. Muita gente gostou, e o Renato Monteiro destacou o impacto positivo planejado em detalhes (brincadeiras, vocabulário, analogia com o Zezão), que molda uma experiência bastante diferenciada. Mas é claro que já acharam pontos negativos, como o saque na rede 24h por R$ 6,90 (destaque de Theo França). Alguns comentaram que o primeiro saque é de graça, e muitos que não sacam mais que uma vez por mês, uma vez que quase não usam dinheiro vivo. O Filipe Mondaini encerrou o tópico dizendo que é “maneiro”, mas uma conta digital em um dos bancos tradicionais já tem tudo isso, com DOC/TED e saques em caixas eletrônicos de graça.

1. Votação Uber x Taxi no jornal O Globo

A intenção do Erick Santos foi mostrar que os táxis estavam ganhando a pesquisa quando mostrou o link, mas ele não sabia que esse ia ser o link mais comentado do mês, com 44 opiniões. A Roberta Altermann disse que a última vez que pegou EasyTaxi no Rio foi roubada, e o Victor Nascimento jogou a opinião polêmica: ele é contra o Uber da forma como está sendo implementado. Ele acha o modelo de Táxi monopolizador, mas com mais pontos de verificação. Ele é a favor de modernizar o sistema de táxi, mas sem regra nenhuma como é o Uber, ele acha complicado. Diz que sempre pede táxi e não Uber.

Flávio Nazário destacou a pesquisa como um bom exemplo de “como não fazer uma pesquisa-quiz”. Para ele, ambas as respostas têm contextos distintos, uma cita o táxi e a outra engloba qualquer meio de transporte, e além disso a quantidade de táxi não é problema, apesar de a maior concentração estar na Zona Sul, mas a qualidade/preço do serviço. Portanto, a pesquisa vai apresentar respostas ‘viciadas’, e será bem difícil comparar as respostas. Para Nazário o mais próximo da neutralidade seria:

Você é a favor da liberação do Uber no Rio?

NÃO – O serviço é desnecessário.

SIM – O serviço é necessário.

ou

NÃO – O serviço de taxi é o suficiente / tem qualidade / atende a população

SIM – O serviço de taxi é insuficiente / não tem qualidade / não atende a população

E aí seguiu um debate intenso. Duvidaram da veracidade da pesquisa, explicaram que talvez o engajamento dos taxistas estava maior, defenderam que o Uber não cobra os 50% de taxa de mudança de cidade, criticaram a qualidade dos táxis no Rio e o Victor Nascimento voltou a comentar que ele concorda que pensando pelo dinheiro e conforto o Uber é melhor, mas ressalta que a forma de atacar o problema, na opinião dele, está errada e compara o serviço à pirataria ou comércio ambulante.

O Erick diz que o problema é que o Uber não tem legislação, está à margem. Isso não significa ser pirata. O Victor Neves defende que a maior concorrência favorece a sociedade. Nascimento voltou a dizer que o problema é a concorrência desleal e resumiu a discussão em pontos que todos concordam:

1 – Qualidade de serviço faz toda a diferença: sejam bons taxistas ou bons motoristas de Uber, seja o carro, seja o aplicativo. Quando somos bem atendidos reconhecemos imediatamente.

2 – Concorrência é importante. Ter comparativo traz a discussão para um âmbito maior.

3 – As organizações de táxi do país são extremamente mal vistas pela população.

E pontos que não concordam:

1 – A concorrência é sim desleal. Impostos e processos de um são muito mais completos do que do outro.

2 – Uber não está isento de problemas seja com o carro ou com o serviço (talvez não com o aplicativo).

3 – A operação do Uber é legal pela ausência de lei, ou seja, por uma brecha na lei.

Para encerrar a parte dele no debate, Victor Nascimento espera que ambos existam e que a gente consiga ter qualidade com regulação. Que o tempo ajude a desfazer as máfias dos taxistas (que parecem ser muitas) e não facilite a criação de uma máfia dos uberistas. Por enquanto, na opinião dele, temos baixa qualidade com regulação ou qualidade com brecha de lei.

O Matheus Lima, também na tentativa de encerrar a discussão, mandou alguns links de referências para as opiniões dele. Ele diz que os Táxis são isentos de IPVA, IPI, ICMS e IOF (link 1 e link 2), mas os Uberistas pagam esses impostos. Quanto às taxas, os táxis pagam anualmente valores entre R$ 200 e R$ 400, mas o Uber não paga. A fiscalização do Táxi é feita pelo governo (impostos gastos), e do Uber pela própria empresa (gera empregos e arrecada impostos). Sobre a legalização do Uber, Matheus indicou esse link e essa matéria, e sobre a concorrência ele disse que é (quase) sempre melhor, indicando esse link e essa imagem.

Para terminar sempre com a zueira, algumas imagens que apareceram durante a discussão:

image07 image05Ufa! Bastante links interessantes esse mês não? Acha que faltou comentarmos alguma coisa? (Calma que Stranger Things deve aparecer por aí nos próximos meses =P) Deixe abaixo o seu comentário! Em agosto eu volto =)