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Os valores da Concrete

  • Blog
  • 31 de Janeiro de 2017
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Eu conheci a Concrete há mais ou menos seis anos. Na época, uma das principais dores da empresa era contratação, afinal o mercado de tecnologia é bastante competitivo e os desenvolvedores (ainda hoje) recebem um número infinito de ofertas de emprego. Como assessora de imprensa, o meu papel era ajudar nessa função e para isso decidimos fazer uma pesquisa entre os funcionários da Concrete para saber o que eles mais gostavam e não gostavam de trabalhar ali. Quase todo mundo com quem conversei citou a “cultura da Concrete” como um fator essencial na escolha e na permanência na empresa. Desde então, a palavra começou a me instigar e fui aprendendo aos poucos o que era essa tal de cultura.

Além da oportunidade profissional, foi a tal da cultura que me trouxe para a Concrete, três anos depois. Sabe quando você tem a sensação de que “essa empresa deve ser legal”? Eu me reunia com os sócios apenas uma vez por semana, mas alguma coisa ali me atraía para o jeito da empresa, mas ainda não sabia exatamente o que era.

Então eu vim e começamos uma área de comunicação. Trabalhar com os engenheiros, desenvolvedores, designers e pessoas de produto tem sido um aprendizado constante e uma experiência incrível e foi aqui que percebi que cultura, como muita gente acha, não é ter um videogame ou uma geladeira de cerveja para quem quiser. Cultura tem a ver com o nosso jeito de trabalhar, com o “Concrete way” de ser. E essa cultura é baseada em valores muito fortes, que mesmo sem perceber todo “CSer” (ou ciésser) incorpora e vai.

Há alguns meses, recebemos dos sócios a tarefa de reescrever esses valores da Concrete. O legal deste pedido é que a Concrete fez 15 anos, mas os sócios viram que os valores continuam basicamente os mesmos. Afinal, em time que está ganhando não se mexe, né? =) A função foi mesmo só deixar um pouquinho mais moderno. E aí começamos a fazer o que sabemos fazer. Juntamos um time multidisciplinar, que incluiu além de mim (jornalista), o Gabriel Brettas, o João Ramos, o Renato Monteiro e o Theo França (da equipe de design), a Amanda Diaz (do RH) e o Gustavo Rocha (de marketing), além do Vitor Roma (sócio), e fomos iterando, de forma empírica, até chegar no resultado final, que pode ser visto nesse vídeo:

Nesse processo, como em vários trabalhos por aqui, aprendi muito. Mas o que mais gostei foi poder enxergar claramente aquilo que eu já sabia. Sabe aquela sensação de: “cara, é isso!!!”? Pois é, tive o tempo todo. Eu me enxerguei em todos os valores e percebi o quanto podemos levar disso para a vida. Então, se você é CSer e teve essa sensação, vitória! Conseguimos nosso objetivo e vamos em frente, você está no lugar certo =) Se você é CSer e acha que tem alguma coisa aí que não tem nada a ver com você, levante a mão e fale com a gente. A gente preza pela transparência! Pode ser até nos comentários. E se você não faz parte do nosso time, não sabe o que tá perdendo. =P

Ah, vale fazer um merchanzinho antes de terminar esse post? A gente está entre as 30 PMEs mais amadas da Love Mondays. E adivinha, dentre os quesitos, qual é a nossa maior nota? Cultura, é claro! Pode ter uma certeza: é o que nos trouxe até aqui e é o que vai continuar nos levando mais longe.

Quer fazer parte desse time? Deixe seu currículo!