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Os 10 links do mês – Abril

  • Blog
  • 28 de Abril de 2017
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Com tanto feriado, o mês de abril passou tão rápido que a gente nem viu. 😛 Deixando a péssima (porém inevitável) rima de lado, vamos ao que interessa. Como acontece todo mês, vamos mostrar os assuntos mais comentados no nosso fórum interno. A gente falou de português (sim, a nossa língua. Linda e estranha), falamos também sobre desenhos, sobre os Millennials, padrões para não se seguir no desenvolvimento de softwares e adivinhem… Uber. De novo. 😉

Shall we?

10. Pronto. Agora sei desenhar

O último lugar do ranking de abril ficou com “Fast Drawing for Everyone”, enviado por Renan Melo. O link fala de uma ferramenta grátis, a AutoDraw, que ajuda a desenhar, disponível para celular, computador e tablet. Com ela você pode fazer desde um cartão de aniversário até um doodle em seu telefone. Agustin Albertengo foi o primeiro a responder gritando a plenos pulmões “PWA!”, seguido por Matheus Lima e Josenildo Santos contribuindo para a discussão com um ‘+1’ de aprovação. Já Silvia Amaro, perplexa, exclamou: “caracas!”.

9. O Linux já corre aplicações do Android nativamente

Victor Neves soltou o link sobre o novo projeto open-source criado pelo engenheiro Simon Fels, que teve início em 2015 com o objetivo de trazer para o Ubuntu e outras distribuições Linux as aplicações do Android. Kleber Toyota ficou animado e mandou um “lindeza”, seguido de um link para o Remixos, projeto que dá acesso a mais de dois milhões de apps Android e games. Davi Silva entrou na conversa dizendo que achou o Anbox “meio zoado ainda”, mas que aprovou o Remixos, usado como teste em uma VM.

8. Teles do Brasil se preparam para modernizar a caixa de mensagem postal

A notícia foi enviada pelo Victor Lima,  juntamente com as provocações: será que tem vez ainda? Quem deixa recado após o “bip”? E qual é o comportamento substituto hoje? Mandar um whatsapp depois de tentar ligar e não ser atendido? Pertinentes, no mínimo, né não?! Tales Andrade, fanfarrão que só ele, disse que sua mãe ainda deixa mensagem na caixa postal. A pergunta que não quer calar foi feita pelo dono da discussão: “E você os escuta?” Tales respondeu na hora: “Só porque não gosto de ficar vendo a badge com o número de recado”. Justo, como diria Victor Lima. Rodrigo Batini interveio com uma teoria. Para ele, integrar a caixa postal aos apps de comunicação mais utilizados é interessante, principalmente nessa pegada de tirar a notificação de “mensagem não lida/ ouvida”. Como trabalhou muitos anos com Telecom, Erivelton Lazarini disse que tem por hábito deixar mensagem na caixa postal se não for atendido e escutar todas aquelas que deixam. E você? Ouve suas mensagens?

7. Product Discovery Basics

Em abril também rolou uma discussão de altíssima qualidade sobre Product Discovery iniciada por Élcio Ribeiro, que começou dizendo que sempre se perguntou como explicaria o que é isso para alguém que não faz ideia do que é, ou até mesmo que não faz ideia do que é ser ágil. Pesquisando, Elcio encontrou esse link “no maior estilo “Product Discovery 101”. Andressa Chiara acrescentou que o pitch vai depender do público alvo e se esse público não for de tecnologia, seria válido abordar a ideia de ágil e lean. Para Andressa, se o público é de tecnologia, mas de waterfall, daria ainda mais atenção às ideias de MVP, design thinking, UX e OKRs. Élcio respondeu dizendo que apenas fez um recorte desse rito na prática do ágil e que, realmente, trazer à tona o objetivo antecede todo o processo de levantamento de hipótese, prototipagem e teste.

“At the basest level, why are we building the product? What is the long term goal? Identify this and write it down.”

Adriana Ramos chegou perguntando se o Product Discovery é uma premissa ágil. Já Priscilla Barella concordou com Andressa e ainda enfatizou: o Product Discovery não pertence ao Agile, nem o Agile ao Product Discovery. São duas coisas, culturas e práticas diferentes, que colocadas no mesmo contexto aí sim estão interligadas. Elcio aplaudiu de pé, afirmando que a discussão ficou ainda melhor que o previsto. De um simples “back to basics” a super insights e finalizou dizendo que a prática acabou se tornando uma constante para os agilistas pelos resultados positivos observados no passado.

At last, but not least, Renato Monteiro também elogiou a discussão e contribui para o alinhamento do conceito, dizendo que Product Discovery é qualquer conjunto de práticas e dinâmicas que te ajudem a reduzir os níveis de incerteza em relação à iterações de produto ou serviço que você esteja desenvolvendo. Para ele, o objetivo é sempre ser mais assertivo a partir de respostas e dados reais de uso, seja em nível qualitativo (fit problema-solução), seja em nível quantitativo (fit de mercado).

6. 5 padrões para evitar em seu projeto de desenvolvimento de software

O sexto link mais curtido foi compartilhado pelo Fredão Moreira. No post, há uma lista de determinados papéis protagonizados por alguns devs, com exemplos de comportamento. Geral curtiu, sinalizando com o já tradicional +1. Rendeu. 😉

5. Millennials Infographic

Flávio Nazário compartilhou um infográfico completo sobre quem são os Millennials, aqueles que nasceram entre 1980 e e 2000 e que já representam a atual maior geração nos Estados Unidos, com 92 milhões de pessoas. O infográfico, super completo, traz dados como a quantidade de jovens que ainda moram com os pais, que os jovens solteiros que moram sozinhos caiu 50% desde 1960, logo estão casando mais tarde do que a galera da Geração X e outros. O link causou comoção entre os CSers e arrancou um +10000 (“Excelente!”) da gravidinha Priscilla Barella. Boa!

4. Psicologia positiva e como isso afeta sua performance

Foi o Renan Melo que mandou esse Ted genial, protagonizado por Shawn Achor, sobre a antecipação do sucesso. Geral reverenciou o vídeo, mas Eduardo Cini foi o primeiro a comentar. Para ele, o ponto mais interessante foi referente aos 21 dias que o cérebro demora para se adaptar a novas mudanças. Cini comentou que leu um estudo que falava sobre hábitos alimentares em crianças, que também levam, em média, 21 dias para se adaptar a novos paladares. Assim como em coaching, em que há ferramentas utilizadas por a fim de alterar o comportamento de determinada pessoa e 21 dias é o tempo que leva para ela internalizar essas mudanças. Acompanhando a polêmica em torno do cabalístico 21, André Silva lembrou que esse número está na escala Fibonacci; e Samanta Cicília recomendou o livro do autor Shwan Achor. Vale a leitura!

3. Twitter Lite

Conhecido como “o cara” do PWA, Matheus Lima soltou a bomba e ainda ovacionou de pé. Ops, bomba não, link: Twitter lançou o Twitter Lite, aplicativo web progressivo rápido e responsivo, que usa menos dados, ocupa menos espaço de armazenamento e oferece suporte a notificações push e uso off-line em navegadores modernos. Caio Rosa foi tão rápido quanto o app em comentar com a hashtag pra lá de criativa e quase tão polêmica quanto, #TrafficDaGoogleVirouPWAeNgmViu. Alan Silva deu a deixa ao confessar que está se coçando para fazer uma parada dessa e Matheus Lima respondeu mandando logo o código do AgilePoker, app criado por ele e seu time, caso o colega queira uma referência. Ata. Bruno Gonçalves lembrou que usou o AgilePoker em uma planning, assim como o cliente. Matheus acrescentou ainda que foi divulgada a parte técnica sobre o que foi feito para construir e otimizar o Twitter Lite, enfatizando que eles estão usando React. Já Agustin Albertengo compartilhou este link sobre lazy rendering de tweets.

2. Escritórios com ambientes abertos

O segundo link mais comentado no fórum da CS no mês de abril foi este, enviado por Flávio Nazário. João Ramos foi o primeiro a comentar, dizendo que é afetado e afeta ao trabalhar nesse tipo de organização, por ter um problema de concentração severo; Victor Neves concorda, mas só se o espaço for grande, o que facilita as conversas paralelas. Davi Silva chegou traçando um contraponto. Para ele, as empresas com escritórios abertos incentivam a colaboração e, nas áreas criativas, aumenta a produtividade. Apesar de não ter nada contra espaços colaborativos e individuais.

Caio Rosa concorda com João e Victor no que se refere ao espaço aberto interferir diretamente na dispersão do foco e na propagação de doenças, como resfriado. E vota por colocarmos na empresa aquelas paredes de Lego. 😉 Gabriel Brettas e Radamés Aragón concordaram com a visão do Davi sobre usar espaços colaborativos e individuais quando preciso, assim como Josenildo Santos, que disse estar curtindo a experiência de trabalhar só com pessoas do time, mas se sente alheio ao que acontece no resto da empresa. Nesse caso, em alguns dias, a concentração vai pro brejo com tanta coisa que acontece em um ambiente com muitas pessoas, aí ele acharia legal ir pra uma sala mais isolada para focar.

João Felipe acha que é uma característica de ‘João’ não conseguir se concentrar, porque ele, assim como o xará, também sofre desse mal. João, o Felipe, concorda com o benefício do open space na colaboração e interação, mas acredita que deveria haver algum tipo de segmentação. Por diversas vezes ele fica irritado com o “furdunço” causado pelas dailys e stand up meetings dos outros times e tem certeza que, para muitos, a recíproca é verdadeira.

1. Uber. De novo.

E no primeiro lugar deste mês está o time dos designers, pela segunda vez consecutiva. Flávio Nazário colocou pra jogo um link de “um experimento interessante”. Sobre Uber (de novo!). Na matéria, um jornalista trabalhou um mês como motorista do Uber e lucrou apenas 30 reais por dia. João Ramos logo comentou, meio off topic, dizendo que conheceu um motorista que se autodenominava “Tiozão do Uber: O Melhor Uber do Mundo”. Então. o.O Já Silvia Amaro lançou a provocação: a máxima de somar para dividir parece que não está funcionando. Uma questão de processo ruim ou caráter das pessoas?

Para Rafael Xavier, Uber virou pirâmide da Amway. Inclusive, tem dois amigos (desempregados) que são Uber e ganham, no máximo, dois mil reais por mês. Seu comentário foi rebatido por Matheus Lima, que perguntou: melhor dois mil reais por mês do que desempregado, não?! Victor Neves concordou, assim como Rafael, mas lembrou de quando o Uber foi lançado e o valor de retorno prometido era muito maior do que esse. Josenildo Santos acha que a tendência é que a concorrência aumente e o Uber tenha que se mexer, prova disso é o Cabify, que tem ganhado espaço. Ultimamente está compensando usar mais o 99 Táxi que o Uber, segundo Wellington Santos. Fazendo um adendo ao que Rafael comentou, João Ramos achou terrível esse antigo chamariz do Uber e por causa dele muita gente se endividou comprando carro com a promessa de ficar rico dirigindo para eles.

Lucas Sales chegou falando que pega Uber, com frequência, com motoristas que estão financiando o carro para poder trabalhar e lançou a reflexão: seria possível uma bolha estourando no mercado de automóveis por causa do Uber? Rafael Xavier retornou à discussão dizendo que no Rio, logo que começou, fizeram um “pool” de aluguel de Uber, igual fazem com os táxis. Halyson Gonçalves divulgou um vídeo, feito por um motorista, que compartilhou os lucros e custos de um ano de serviço.

Rafael Xavier reforçou ainda seu ponto de vista, descrevendo o cenário e lançando para a discussão: imagina um cara que sempre teve um salário bom, viver com aluguel atrasado, contas pendentes e pegar carro emprestado para faturar dois mil reais por semana. Victor Lima encerrou o assunto com a pergunta: autonomia de quem? Fazendo referência a um case sobre a experiência do usuário em carros autônomos.

 

E com esse super debate entre os nossos designers, encerramos nosso ranking do mês de abril. Curtiu? Quer dar sua opinião também? Acha que faltou comentarmos alguma notícia desse mês? Aproveite os campos abaixo! Em maio estaremos de volta com mais um ranking. Até lá! =)

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