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Os 10 links do mês – Agosto

  • Blog
  • 30 de Agosto de 2017
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Mais um mês chegou ao fim. E ufa! Agosto, o mês mais interminável do ano. Pelo menos deu tempo de falar sobre um monte de coisa legal no nosso fórum interno =) Teve debate sobre confiança, stress, o fim do iPod, bitcoin… Mas dessa vez (estranho…) nenhuma polêmica muito grande. Vamos ver?

10. JavaScript tools for end-to-end testing web applications

Começamos o nosso ranking com um ranking =) A Samanta Cicilia achou uma comparação bem completa entre ferramentas para testar aplicações web. Para adiantar, a lista do Martin Molsson é:

1. webdriver.io
2. TestCafe
3. NightwatchJS
4. CodeceptJS
5. selenium-webdriver

A galera curtiu! e o Cássio Galvão lembrou que o Nightwatch (melhor nome, melhor timing ;)) roda em cima do Selenium. O Niky Palleta indicou o cypress, que segundo ele tem uma documentação bem organizada e parece ser uma ótima opção para teste de integração. Ele acha que vale a pena olhar, além do codecept que é bem promissor e cai pro ATDD. Segundo Niky, a sintaxe é bem simples e ele fornece recursos para diferentes stacks.

9. Workshop de alinhamento sobre trabalho e forma de trabalhar

Olha aí a Samanta Cicilia de novo! Dessa vez ela indica a experiência do Paulo Caroli com um workshop de 2 horas com 9 pessoas e que foi bem legal. =) Em geral, a galera deu nota 10 para a ideia, mas tivemos algumas ressalvas quanto ao “trem de MVP”. O que você acha? Deixe nos comentários =)

8. Serenata de amor

Esse projeto é figurinha repetida no fórum, mas como é muito bom mesmo vamos repetir. =) Dessa vez quem mostrou foi o Rafael Bielawski, e o Filipe Mondaini disse que acompanha faz um tempo já. Ele explicou que o projeto é feito em Python usando Machine Learning para analisar notas fiscais suspeitas dos reembolsos dos Deputados que utilizam a CEAP (Cota de Exercício de Atividade Parlamentar). E dá pra contribuir, do jeitinho que a gente gosta 😉

Só clicar no Github. Rafael comentou que também dá para ajudar no apoia.se, e o Bruno Gonçalves recomenda o Anticast 253, que é com o criador do projeto. O foco é mais político, mas é bem bacana. Vale ouvir!

7. Banking on Bitcoin

Se tem um assunto que tá rolando aqui na Concrete por todos os lados… é bitcoin. Galera está antenada, e a dica do Matheus Lima é um documentário recente do Netflix que conta a história toda da criptomoeda, desde a crise de 2008 passando pelos escândalos do Silk Road e do Mt Gox até os dias de hoje. Segundo ele é obrigatório para quem quer entender melhor sobre o assunto. Galera adorou!

6. This thing deleted 3 months of work!

A internet não perdoa, né? O Tales Pinheiro disse que não gosta de rir do sofrimento alheio (sabemos…  ͡° ͜ʖ ͡°) mas dessa vez não teve como perdoar… Como o autor do post no Reddit apagou o perfil no Github, a gente transcreve aqui:

I had just downloaded vscode as an alternative and I was just playing with the source control option, seeing how it wanted to stage FIVE THOUSAND FILES I clicked discard… AND IT DELETED ALL MY FILES, ALL OF THEM, PERMANENTLY!

Bom, galera aqui da Concrete que já é mais que acostumada com Github, não perdoou. Os comentários todos foram no tom de “coooomo assim o cara fica 3 meses sem subir nada para o repositório??” =O

O Caio Rosa explicou que não foi exatamente isso, a questão é que ele simplesmente não tinha um controle de versão, e quando deu git init no repositório pelo VSCode os arquivos entraram como new file. Ele quis dar uma “revert” ou desfazer o git init e deu discard, ou seja, “git checkout.” GG perdeu. Para Caio ok, o cara não conhece o git e nem a ferramenta, mas não faz um backup regular das coisas, então deve ser iniciante no mundo das “ciências esotéricas”. Caio perdoa: todo mundo já passou por algo do tipo, feio foi enviar a mensagem no repo dos caras para reclamar =)

Para Inácio Ferrarini, a frustração é um risco que corremos por tentar coisas novas. Ele contou de uma vez que fez commit inicial com um dos pods dele com um usuário antigo. Ele já tinha feito push para master, e depois do amend foi fazer git replace e fez o force push do primeiro commit para a master. Quando foi ver, só tinha o replace do primeiro commit. Depois de alguns momentos de dúvida existencial percebeu que estava no detached head e o segundo commit ainda estava lá, mas como por causa do replace ele fez checkout do commit que queria trocar, não ia aparecer mesmo…

Então ele fez outro push e resolveu. Tudo bem no final, mas ele ficou bem mal com isso e se sente mal até hoje. O que aprendeu com isso? Não fazer git replace.

Pra terminar, o Filipe Mondaini destacou um trecho de uma das respostas:

When you sell hammers you’ll likely have people using them to hit their own heads, which, understandably, they will put the hammer at fault. Now, we already put a big don’t hit this on your own head label on our hammer. Should we actually prohibit people from head hitting with our hammers? Probably not, since some users still want to hit heads with it. It’s just how hammers work.

Simples assim =)

5. Inteligência não é o fator mais importante para atingir o sucesso

E o link explica o porquê! Foi nossa scrum master Vanessa Franchi quem deu a dica, que tem a ver com a importância da resiliência e do mindset de crescimento. Sobre o tema, o Rafael Ribeiro indicou este vídeo, que explica a diferença entre fixed mindset e growth mindset.

4. Goodbye iPod, and thanks for all the tunes

Com tristeza, a Mariana Costa da nossa comunicação indicou o texto do David Pierce sobre o fim do iPod, salientando que ela só corre com ele =/ O casal Tiana e Filipe Mondaini também expressaram tristeza, mas o Josenildo Santos disse que ficou feliz ao dar tchau pro diskman quando ganhou o iPod, então fica feliz de se despedir do aparelho hoje em dia também. Segundo ele, cumpriu o papel bravamente. A Mari disse que o problema é o peso, não dá pra correr com o celular na cintura. O shuffle fica no top e ela vai que vai. Gustavo Hartz acha injusto, pois o problema é o iTunes e acabaram culpando o iPod.

E aí apareceu o Rafael Ribeiro com a solução: o Mighty, um iPod shuffle que toca Spotify. Pronto, ninguém fica órfão quando o negócio é tecnologia =)

3. A evolução da confiança

Galera gostou tanto desse joguinho que mostra como funciona a evolução da confiança com diferentes personas que ele apareceu duas vezes no nosso fórum. A primeira vez foi dica do Davi Silva, depois o Rodrigo Medeiros, que ainda não tinha visto, mandou de novo. Rodrigo classifica como uma “obra de arte”, e aposta que todos da Concrete gostariam de ver (realmente, todo mundo curtiu). Tem pelo menos uma coisa na narrativa para cada um de nós: análise de comportamento, ótima narrativa, boa interface gráfica, análise de dados e matemática. Ou seja, não tem como não ver. Bora lá? <3

2. Burnout: como lidar com stress no trabalho antes que seja tarde

E não temos como falar de desenvolvimento de produtos digitais sem falar na saúde física e mental, certo? Aqui na Concrete a gente preza (e muito!) pelo equilíbrio. O Kirmayr Costa mandou um texto que tem a ver com isso. Antes de ler você pode marcar quantos sintomas no bingo você preenche:

Se for mais que nove, pode ter algo de errado. Continue lendo para saber o que fazer, de quem é a culpa e o que é “tarde demais”. A Andressa Chiara reavaliou a vida dela depois do post, e a Tiana Mondaini disse que já teve um burnout há um tempo e foi bem ruim. Ela não tem nada a dizer, só sentir… Bora dar uma olhada?

1. REST APIs are Rest-in-peace APIs. Long live GraphQL

Foi o Renato Matos quem deu a dica do primeiro lugar da nossa lista de agosto, um ode ao GraphQL e um anúncio da morte do REST APIs. Para Olavo Castro, a melhor seção é “The Cost of GraphQL’s Flexibility”. Agustín Albertengo, por sua vez, disse que em algumas pesquisas chegou à conclusão de que GraphQL é ótimo para ler (query), mas para escrever (mutations) não tem muito ganho. Para ele, combinação entre GraphQL para ler e REST para escrever parece ser muito poderosa se conseguir compartilhar a mesma definição de modelos (ORM).

Matheus Lima acrescentou que os GETs com GraphQL eram a melhor invenção desde o sorvete, mas para casos mais complicados de POST (que no GraphQL são as mutations), o REST fica melhor. Mas é claro que a equipe do Facebook já deve estar pesquisando e trabalhando para melhorar isso.

O Eduardo Cucharro perguntou se alguém conhecia uma aplicação, serviço ou framework para implementar o GraphQL, e claro que a gente conhece!  O Rafael Ferreira indicou o Appolo para .node, iOS e Android (e o Davi Silva disse que a versão 0.3 era meio verbosa e tinha bugs com relação a cache, mas parece que já foram corrigidos e agora ela está no caminho); o Victor Nascimento mostrou o Absinthe em Elixir e o Alexandre Nascimento indicou essa lib aqui para .NET, mas antes de ir para ela, ele recomenda ler o conteúdo deste site.

Alexandre Jacques terminou com alguns exemplos: a API nova (v4) do Github foi feita em GraphQL e a Netflix tem uma implementação com conceitos semelhantes chamada Falcor. Parece promissor, não?

E você, o que acha? Entra nos nossos debates usando os campos aí embaixo =) Em setembro a gente volta com mais. Até lá!

Quer compartilhar conhecimento com a gente e fazer parte das discussões em tempo real? Deixe seu currículo e vem trabalhar com a gente =)