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Os 10 links do mês – Setembro

  • Blog
  • 29 de Setembro de 2017
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É chegado o momento mais esperado do mês: preparados para conhecer os 10 links mais comentados de setembro, no fórum interno da Concrete? o/ Sim ou com certeza? Este mês rolou de tudo um pouco, os CSers falaram de roadmap, de AI, Google, passando por React, tropeçando no Trello e caindo de cara no… no… sim. No Uber.

The Oscar goes to…

10. Pesquisa revela a importância do mobile no cotidiano

Na décima colocação está esse link divulgado por Tales Andrade (capítulo iOS), que compartilhou o estudo apresentado na Expo Fórum de Marketing Digital mostrando como o mobile supre as necessidades dos consumidores digitais. Geral curtiu. \o/

9. Relicensing React, Jest, Flow, and Immutable.js

Patrick Porto somou pontos para o capítulo JavaScript com esse link sobre o relicenciamento desses projetos open source. Matheus Lima, nosso Homem React, foi o primeiro a comentar e comemorou dizendo que o drama, finalmente, acabou. Miguel Albernaz percebeu que eles não mencionaram o graphql e Victor ‘Capitão’ Nascimento perguntou: maybe too late? Hum…

8. Trello pra desktop

Renato Matos mandou bem ao compartilhar o link sobre essa ferramenta que nós usamos à beça.  Richmond Simão foi mais longe, dizendo que “Trello é vida!”, mas Flávio Nazário interveio e fez a observação: a ferramenta parou de funcionar na segunda vez de uso e que é, praticamente, um espelho da aplicação web, com a vantagem de trabalhar offline. Gabriel Brettas adora e vive usando, porque gosta de poder ter o board no cmd+tab e não no mundo de abas no browser.

Renato Monteiro concordou com Brettas e disse mais, que a possibilidade de o app funcionar offline é uma mão na roda quando não se tem Internet, como acontece quase sempre nas reuniões com clientes. Como ele sincroniza as alterações quando a rede é reestabelecida, Renato não vê como ponto negativo, nem como algo que inviabiliza o compartilhamento e sua atualização. Já Inácio Ferrarini lembrou que gostou por poder usar a linguagem nativa da plataforma em vez de linguagem de formatação de hipertexto. 

7. Scrum Masters be like

Nossa PO Andressa Chiara lançou no fórum esse link divertido e rolou maior buzz, mas foi o Scrum Master Renan Melo quem comentou. Ele, que já conhecia o vídeo, adora e zoando confessou que é de onde tira seu comportamento: voadora para tudo quanto é lado para deixar o time trabalhar. André Silva foi dramático ao compartilhar essa sátira hilária, dizendo que essa sim o representa. 

6. Uber Movement

O capítulo Design conquistou a sexta colocação no ranking com Flávio Nazário e esse link sobre… sobre… Sim. Uber, que decidiu comercializar os dados brutos das viagens. Victor Lima curtiu e disse que passa uma boa imagem da empresa e Leonardo Pabon falou que pode ser algo na linha goodwill. Já Tales Andrade lembrou que o Uber foi proibido de renovar a licença em Londres. A seguir cenas dos próximos capítulos, porque aqui, no Fórum Concrete, essa thread é eterna.

5. [blog post] Por que “designers de produtos digitais”?

E o capítulo de Design este mês está com tudo! Nosso head Theo França chamou a galera para dar um feedback no artigo que ele fez para o blog da Concrete sobre como o designer enxerga o seu papel na empresa. Rafael Xavier gostou do post, mas acredita que muito dessa transição do nome se deve a “Trabalhando no contexto de agilidade (…) é importante que o profissional atue de forma completa. Assim, evitamos a superespecialização e a departamentalização, o que fatalmente nos levaria a trabalhar em cascata”. O que tem muita ligação com design como um todo e também com essa frase do Jobs: “Design is not just what it looks like and feels like. Design is how it works”.

Priscilla ‘mãe do Lucas’ Barella recomendou a leitura para todos da Concrete e que a ajudou muito a entender a visão dos gerentes para o valente capítulo de Design. Nosso CEO Fernando de La Riva (\o/) curtiu também, assim como nosso head da área mobile, Victor Lima. Nosso Oráculo dos Memes Natan Ximenes achou o texto excelente e concordou ainda mais com um ponto específico, sobre como a mudança de um nome pode mudar a perspectiva da responsabilidade sobre a experiência do usuário. Falou bonito. 😉

4. AI App

E o capítulo de Design não para não e conquista a quarta posição. Até rimou. 😉 Flávio Nazário quis saber quem usa esse aplicativo e se tem algum código sobrando por aí. Filipe Mondaini se cadastrou e preencheu o form que eles indicaram para receber convite, mas ele prometeu que se conseguir antes passa o acesso. Rafael Ferreira tem um colega que fala super bem do aplicativo e que, quando fez o cadastro, duas horas depois recebeu o invite. No fim, Otávio Valentim e Roberto Sampaio no melhor estilo “take my money” distribuíram os códigos.

3. What to expect from PMs

Subindo no pódio, em terceiro lugar, está o capítulo de QA com Fredão Moreira e seu link sobre o que esperar de um PM. Theo França, nosso gerente de Design, foi o primeiro a responder e mandou logo dois artigos relacionados da Christina Wodtke. Gabriel Brettas também curtiu o texto, que traduzido para o nosso contexto seria “o que esperar dos POs”. Harrisson Souza comemorou mais um artigo incrível da Julie Zhuo e, tanto ele quanto Davi Silva, gostaram de ela ter colocado pouquíssimas hard skills do que esperar, focando mais nas soft skills.

Gustavo Hartz chegou chegando. Apesar de não querer ser muito crítico, comentou que o PO ou PM que não valoriza ou entende o papel de um designer é um ponto básico que precisa ser desenvolvido. Andressa Chiara curtiu, assim como Josenildo Santos que completou: “justamente por ser tão básico é que tem que ser explicitado em textos assim.” E não só para o papel de designer/UX, mas nos demais papéis. Rafael Xavier achou super interessante os pontos citados, sobre diferentes visões e questionamentos, e ainda parafraseou o Netflix: “Não trate como algo estratégico quem te trata somente como tela.” 😉 Já que a thread estava boa, veio Harrisson Souza e mandou a Parte 2 do artigo, que você confere aqui.

2. Google ARCore

Olha ele! Flávio Nazário strikes again, soma mais um ponto e arrebata a segunda colocação para o capítulo de Design. O link? Ah, esse lindo sobre realidade aumentada de um dos maiores players do momento. Nosso head da área mobile, Victor Lima, mandou um textão em resposta e outro link, que você lê aqui; Nazário lembrou deste artigo sobre Realidade Aumentada: ARKit e ARCore.

Nesse one on one, Lima disse que estava escrevendo sobre isso e uma coisa passou um pouco batida: o aumento de GPU que eles fizeram no iPhone 8, Apple TV e iPhone X. Ele explicou que, essencialmente, a galera da Apple está “beefing up” o hardware para duas interações que são entendidas como os próximos drivers em mobile para os anos que virão: machine learning e realidade aumentada. Gabriel Brettas mandou esse case do Airbnb.

De volta ao one on one, Nazário lembrou que quando trabalhava em outra empresa, fazendo aplicações em Realidade Aumentada, esbarrou muitas vezes no hardware, mas a principal dificuldade foi usar projetos pilotos com os usuários e validar se as hipóteses eram o hábito de consumo ou necessidade real de uso. Lima respondeu com dois links, um inclusive do seu post neste blog que você está lendo agora (\o/). Nazário se empolgou e disse que agora vai comprar um celular da Google.

1. Substitua seu Roadmap de Produto por OKRs

Andressa Chiara conquistou o lugar mais alto do pódio no ranking com esse link sobre OKRs X Roadmaps. E se encheu de orgulho ao lembrar que, juntamente com o time, fez OKRs no Product Discovery rodado em um cliente. <3 Nosso PM Harrisson Souza respondeu com uma frase:

“The issue with feature roadmaps is that they conflate a feature with the outcome the team hopes that feature will accomplish.”

Para ele, existem diferentes tipos de roadmaps que estão atrelados a alguma estratégia; essas são duas ferramentas que parecem poder ser utilizadas juntas para objetivos diferentes. Andressa colocou que, se você tem certeza absoluta que uma feature vai atingir um determinado objetivo, faz sentido. O problema é se rola mesmo todo esse poder, bola de cristal, USB e tal. Outro PM que entrou nessa discussão de altíssimo nível foi Leonardo Pabon, que vê o Roadmap e o OKR como ferramentas de alinhamento e comunicação, cada qual com o seu propósito específico. Para ele, sem dúvida, a meta não é apenas entregar o Roadmap.

Harrisson concorda: um roadmap não é construído com a certeza que vai atingir um determinado objetivo. Não é feature driven e não é bola de cristal, e sim estratégia e métricas. Ricardo Simões ficou curioso com a aplicabilidade dos OKRs junto ao Product Discovery. Ele, que tem trabalhado bastante com os OKRs da empresa, ainda não passou pela experiência de associar a ferramenta a eventos. Vanessa Franchi adorou! O material compartilhado despertou nela a curiosidade de ir atrás de mais sobre o assunto e foi aí que deu de cara com este artigo.

 

Gostou dos links de setembro? Tem algo que faltou a gente comentar? Deixa aí nos comentários! Em outubro a gente volta com mais assuntos. Até lá!

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